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sábado, 30 de março de 2013

Somos o que pensamos

April Flowers : Image #149249 : Style Me Pretty 
Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.
Buda

Não somos apenas o que pensamos ser.
Somos mais: somos também o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos 'sem querer'.
Sigmund Freud

sexta-feira, 29 de março de 2013

Bom fim de semana


As ações deixam claro se as intenções são sérias ou não. Uma nova história só será criada quando houver esforço honesto e comprometido. Daisaku Ikeda

rhys 

Sem um esforço tenaz, os sonhos terminarão em meras fantasias. O esforço é a ponte que liga o sonho e a realidade. As pessoas que se esforçam são cheias de esperança. Isso significa que a esperança nasce do esforço

segunda-feira, 11 de março de 2013

Preconceito - livre-se dele!


Foi o físico alemão Albert Einstein (1879–1955) quem disse que era mais fácil quebrar um átomo do que um preconceito.

Quem já sofreu algum tipo de preconceito sabe o quanto é terrível. E, todos estão sujeitos a viver esse tipo de experiência em algum momento da vida.

Preconceito é um conceito ou opinião formado antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos. A ele estão vinculados a intolerância, o ódio irracional, a aversão a outras raças, credos, classes sociais, religiões etc. (...)

A discriminação gerada pelo preconceito pode afetar a vida de um indivíduo, de um grupo e de uma sociedade inteira.

Antigamente, uma pessoa era discriminada e não podia fazer nada. Ainda bem que hoje em dia existem leis como a de no 7.716 aprovada em 1989, que pune a discriminação.

Há vários casos na história de preconceitos que foram levados ao extremo, como a perseguição aos judeus liderada por Adolf Hitler durante a Segunda Guerra Mundial.

Por outro lado, pessoas como Rosa Parks se levantaram contra a segregação racial nos Estados Unidos que culminou com um movimento pacífico, um protesto nacional de boicote aos ônibus realizado pelos afro-americanos em Montgomery, no Alabama.

Mas, o que leva às pessoas a manifestarem o preconceito? No fundo, o preconceito está ligado à arrogância. Um indivíduo arrogante tende a ser egoísta e a considerar-se superior aos outros.

O presidente Ikeda observou: “Se existe alguma diferença entre as pessoas, então, essa diferença está somente nas suas realizações. O diferencial está em qual dos dez mundos se baseiam as suas ações — se são ações de um Bodhisattva da Terra ou se são de alguém no estado de Animalidade.” (Brasil Seikyo, edição no 1.235, 24 de julho de 1993, pág. 3.)

Muitas vezes, as pessoas são preconceituosas e nem se dão conta disso.

Para demonstrar como isso acontece, um grupo de cientistas fez uma interessante experiência. Eles colocaram cinco macacos em uma jaula. No centro da jaula havia uma escada e em cima dela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Passado algum tempo, quando um dos animais ia subir a escada, era agredido pelos demais. Com o tempo, nenhum deles se atrevia a subir. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos e repetiram o procedimento. Aos poucos, eles foram substituindo outros até não restar nenhum do grupo inicial. Mas, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, o grupo de macacos continuava a agredir aquele que tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum dos macacos porque batiam naquele que tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...”

Existem frases famosas extremamente preconceituosas, como por exemplo: “Mulher no volante, perigo constante”, “Todo índio é preguiçoso”, “Meninos não choram”, “Toda loira é burra” e “Lugar de mulher é na cozinha”.

Mas, ninguém nasce com preconceitos. Da mesma forma que se aprende a valorizar negativamente as diferenças e a usar palavras preconceituosas, pode-se também aprender a reconhecer as diferenças humanas como uma expressão da própria natureza.

Portanto, é possível quebrar preconceitos, principalmente quando ainda se é jovem e possui a mente e o coração abertos a novas experiências. Encontrar novas maneiras de se expressar pode parecer insignificante, mas com certeza, fará uma grande diferença para aqueles que se sentem agredidos por elas. A sociedade agradece.

Fonte: Estado de Buda

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Queridos leitores (as),
Esse filme é beeem antigo, confesso que demorei e relutei muito em ver porque todos falavam muito. Assisti e paguei minha lingua. Vale muito a pena ver.
Esse filme fofo, conta a história de Amélie, uma menina que cresceu isolada das outras crianças. Seu pai era médico e ele que fazia exames mensais nela. Ele achava que ela possuia alguma doença cardíaca, pois batia muito rápido.Na realidade a pequena, Amélie ficava nervosa com este raro contato físico com o pai. Sua mãe, que era professora, foi quem a alfabetizou até se suicidar ainda quando Amélie era menina.
Quando atingiu a maioridade, a heroína muda-se para um bairro parisiense. O seu apartamento era bem antigo, certo dia quando algo cai de sua mão e vai parar no banheiro, ela encontra escondido uma caixinha com brinquedos e figurinhas pertencentes ao antigo morador. Sem ter muitos propósitos na vida, ela busca encontrar o antigo morador e entregar os pertences.
Ela tem estratégias que jamais se aproximam do óbvio e ela bola planos complicadíssimos e engraçadissssssimos para ajudar as pessoas. Assim como o seu pai que tem uma fixação pelo anão de jardim. E por acaso ela encontra um homem por quem se apaixona à primeira vista. E então seu destino muda para sempre...
Amélie descobre um novo objetivo para sua vida: fazer as pessoas felizes através de pequenos gestos. Pois são os pequenos detalhes que determinam o grau de satisfação com que levamos nossas vidas.
Ficha Técnica: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain("Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain")Gênero: Comédia
Produção: França, 2001
Duração: 120 min (colorido)
Direção: Jean-Pierre Jeunet
A ilustração é de Jana Magalhães. Ela faz ilustrações sob encomenda. Visite o site e os trabalhos dela são Liiiiindos. http://www.janamagalhaes.com/

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Por que estou com ele (a)?


Questionar-se sobre o que move a escolha de se continuar junto de alguém, é essencial para se chegar a um consenso.

Amor? Sexo? Necessidade? Carência? Comodismo? Companheirismo? Parceria? O que mantém sua relação?

Reflita muito sobre as motivações que os levam a tentar ser um casal e avalie acima de tudo se é uma escolha saudável. Não há necessidade de esticar o elástico até arrebentar.

Por mais sofrida que seja desistir de uma relação, devemos sempre lembrar que a lealdade e o cuidado devem ser maiores conosco. Apenas assim teremos mais possibilidades de construirmos escolhas felizes, promissoras e saudáveis.

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