...surgiu, como se desintoxicar do homem errado, mas com o tempo mudou para "Como se desintoxicar da pessoa errada". Existem mulheres e homens intoxicados.Tanto as mulheres quanto os homens tem sua parcela de culpa por se intoxicarem pelas pessoas erradas, afinal, todos temos o livre arbítrio, temos como escolher, cada um tem a sua responsabilidade! Esse blog surgiu para trocar experiências, dar um ponto de vista diferente para que seja feita a auto-análise para mudar algo....descubra o que será mudado em você. Seja feliz. Sua felicidade depende somente de você!!! Não coloque a responsabilidade de sua felicidade em alguém que não possa te fazer feliz.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Por que as mulheres não denunciam o assédio sexual

São vários os motivos que impedem que a denúncia seja feita. Esses são alguns deles:

1) O medo de represálias, ou seja, perder o emprego ou serem rebaixadas de função;

2) Não querer se expor ao ridículo diante dos colegas, familiares e amigos, que, muitas vezes, podem duvidar de sua imparcialidade na situação;

3) Receio de perder a carta de referência do emprego;

4) Por simples dificuldade de falar;

5) Por acreditar que não há recursos para tratar de maneira eficaz o problema;

6) Por achar que não tem provas suficientes para incriminar o molestador;

7) Pela empresa não ter abertura para falar sobre esses assuntos;

8) Por não saber a quem recorrer.

Em maio de 2004 foi introduzido no Código Penal, no Capítulo dos Crimes contra a Liberdade Sexual, o delito de assédio sexual. Mas não pense que antes disso não havia nenhuma lei que punisse as cantadas e chantagens inconvenientes. Esses atos podiam ser considerados crime de constrangimento ilegal, previsto no Código Penal, art. 146. Mas, como a lei não era específica, muitas pessoas não denunciavam, supondo, talvez, que a situação não se enquadrasse no que era especificado e, em muitos casos, os assediadores sequer eram punidos.

Tais razões levavam as mulheres assediadas a adotar um comportamento passivo diante do fato, o que só fez aumentar cada vez mais o número de casos sem qualquer punição. "Um dos jeitos de combater o crime é, a meu ver, com a edição de uma lei. Essa é a melhor forma de impedir a prática. Se você está sob os olhos da lei, você pensa duas vezes", afirma a ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Maria Cristina Irigoyen Peduzzi.

Mas, como denunciar? Sentir-se completamente de "mãos atadas" é um sentimento comum entre as mulheres que passam por essa situação. "Isso pode ocorrer em qualquer ambiente de trabalho, mas, infelizmente, poucas pessoas relatam. Eu acredito que, com o surgimento das ONGs, algumas portas foram abertas para a resolução desses casos", diz a ministra Maria Cristina Peduzzi.

"Os casos ficam entre quatro paredes e, dessa forma, não há como punir o tal agressor. O que causa isso, muitas vezes, é a falta de prova. Nesses casos, ela tem que ser testemunhal. Fazer escuta telefônica, por exemplo, pois é muito difícil conseguir outro tipo de prova", completa. O medo de ser ridicularizada diante de outras pessoas também dificulta a denúncia. Muitas vítimas, pela esperteza de seus chefes, acabam virando as culpadas.

Mas saiba que a lei só pune pessoas que sejam superiores a você na escala hierárquica de uma empresa ou na relação de ascendência (podemos dar como exemplo o relacionamento entre pais e filhos, como também as relações no ambiente docente ou eclesiástico).

Se o seu colega de trabalho tiver tão pouco caráter quanto aquele chefe que sempre te assedia, a única escapatória, por enquanto, é o jogo de cintura e uma boa conversa para estipular os limites que todos nós precisamos para uma convivência, no mínimo, satisfatória dentro de qualquer ambiente.

Fonte: Jornal do Maranhão

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Estar empregada

Encontrei essa matéria e achei bem interessante.

Quando alguém ingressa no mercado de trabalho e inicia a carreira, independente da área em que atue, um pensamento surge: como fazer para obter sucesso e consolidar a trajetória? Este é um pressuposto fundamental para qualquer que seja o emprego em questão, afinal, quem não quer crescer profissionalmente e ser recompensado por isso? Uma boa posição gera maiores salários, mais contatos e, algumas vezes, mais prestígio.

Sendo assim, existe um termo muito utilizado no meio executivo, chamado “empregabilidade”, que representa uma característica fundamental para distinguir as pessoas que terão destaque no mercado de trabalho e que possivelmente venham a ocupar os melhores cargos.

Segundo Renato Grinberg, Diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br e especialista em carreiras e mercado de trabalho, a empregabilidade nada mais é do que “a capacidade de um profissional em ser aceito pelo mercado”. “Se colocado em uma escala, quanto maior for o grau de empregabilidade, mais possibilidades ele terá de ser aceito na área de atuação”, ressalta Renato, que completa: “as pessoas que têm empregabilidade são aquelas que possuem as habilidades que o mercado requer. Toda empresa precisa de proatividade, conhecimentos técnicos, línguas… todas essas habilidades aumentam a empregabilidade de um profissional”.

Janete Dias, coordenadora da área de Gestão de Carreiras da FIAP e sóciaproprietária da Global Coaching, afirma que ter empregabilidade é primordial nos dias de hoje. “É uma competência fundamental e que necessita ser alimentada, pois ela é perecível. Ao menor descuido, pode-se perdê-la. Saber manter a empregabilidade é uma competência importante atualmente”, explica.

Empregabilidade x emprego

Pode não parecer, mas existe uma diferença muito grande entre ser empregado e ter empregabilidade. “A pessoa que pensa em somente ter um emprego é a pessoa empregada. Aquela que somente quer ter um trabalho. Já quem pensa em ter empregabilidade é aquele que está desenvolvendo “um” algo a mais para ser empregável em qualquer situação”, explica Renato.

As pessoas empregáveis são aquelas que buscam enriquecer seu conhecimento. Além disso, são os modelos de funcionários que as grandes empresas buscam, afinal, o mercado procura por aqueles que possam oferecer mais do que o próprio serviço exige, pessoas que venham a agregar valores e consigam achar soluções para os problemas. “As empresas buscam empreendedores. Pessoas que possam oferecer algo a mais, que tenham novas ideias e que ajudem a buscar e atingir novos negócios”, ressalta Renato Grinberg.

Seguindo na mesma linha do consultor, Janete Dias ressalta a importância de estar sempre antenada na sua área e ainda aponta outras características básicas para o sucesso. “É importante que a pessoa esteja atualizada e busque sempre informações sobre sua área. Saber exercitar o networking, ampliando sua rede de contatos, pode ser fundamental na hora de uma contratação. Viajar e conhecer novas culturas também é muito importante”, diz.

Quais erros não devo cometer no ambiente de trabalho?

Para obter um bom emprego, é preciso estar atento às qualidades requeridas, mas é igualmente imprescindível ficar de olho nos erros que não devem ser cometidos. Segundo Janete, “A competência de saber trabalhar em equipe é muito valorizada atualmente; portanto, a ética e a habilidade de saber manter bons relacionamentos interpessoais são desafios preciosos e devem ter prioridade no dia a dia profi ssional. Nesse sentido, a empregabilidade se encontra associada à habilidade de criar e cultivar os vínculos sociais”.

De acordo com Renato Grinberg, o principal erro que um funcionário não pode cometer dentro de seu ambiente de trabalho é pensar como um empregado. “O profissional que tem este tipo de pensamento cumpre as suas funções e não pensa em fazer nada mais do que isso”, diz. Sabendo disso, você acredita ser uma pessoa que possui empregabilidade?

Caso a resposta seja sim, está na hora de pensar em objetivos maiores, sabendo o quão importante é cultivar os próprios valores e estar consciente de até onde se pode chegar. Ter confiança e estar sempre atualizada pode fazê-la uma pessoa bem- sucedida e, principalmente, satisfeita com o trabalho.

Cinco mandamentos da empregabilidade

1 – Seja proativa

2 – Esteja sempre em busca de evolução profissional

3 – Saiba falar outras línguas e ter conhecimentos técnicos

4 – Agregue valores à empresa

5 – Não pense como empregado, e sim como um fornecedor de serviços

Por Danilo Cabloco
Fonte: Revista Executiva/ed.4

E você o que pensa sobre tudo isso?

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