...surgiu, como se desintoxicar do homem errado, mas com o tempo mudou para "Como se desintoxicar da pessoa errada". Existem mulheres e homens intoxicados.Tanto as mulheres quanto os homens tem sua parcela de culpa por se intoxicarem pelas pessoas erradas, afinal, todos temos o livre arbítrio, temos como escolher, cada um tem a sua responsabilidade! Esse blog surgiu para trocar experiências, dar um ponto de vista diferente para que seja feita a auto-análise para mudar algo....descubra o que será mudado em você. Seja feliz. Sua felicidade depende somente de você!!! Não coloque a responsabilidade de sua felicidade em alguém que não possa te fazer feliz.
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domingo, 26 de junho de 2011

Poder da macumba X Poder da sua escolha


Por Simone Cardoso

Eu particularmente acho engraçado quando alguém me entrega na rua algum planfetinho e nele escrito: – Mãe Valquíria – Trago o seu amor de volta em 7 dias e etc...
Não adianta você ir a um centro de macumba para trazê-lo(a) de volta! Procurar esse tipo de “profissional”. Brincar com o livre arbítrio do outro não é certo! Imagine alguém brincando com o seu livre arbítrio direta ou indiretamente? (com mandinga ou sem mandinga?)
Até que ponto alguém corre atrás desse tipo de saída para reconquistar o parceiro(a)? – Para chegar nesse ponto tem que estar muito intoxicada (o) com sentimento de POSSE em último grau.
Se você ama deixe livre, se voltar é porque é seu, se não voltar é porque nunca foi, isso é FATO. Tenha algo beeeeeem claro dentro de sua cabeça, sua felicidade está dentro de você, não deixe que sua felicidade dependa de alguém que não possa te fazer feliz (somente você pode).
Se você pensou hoje em procurar algum “profissinal do oculto” ou alguma simpatia para trazer seu parceiro (a) de volta, esqueça! Quando alguém busca algo assim caminha para sofrimento, tristeza, perda de tempo e dinheiro, frustração, atraso de vida isso para ambos.
Portanto, mude sua postura, se auto-analise, veja se o relacionamento te fazia realmente bem, o que você esperava por ele (a) e seja sincera(o) para si mesmo (a) fazendo a seguinte pergunta: - Eu amo ou tenho posse?

Portanto vos deixo um pequeno texto que está no cabeçalho desse blog e na descrição do meu perfil.

“ Não existe nada que você seja obrigado a fazer. Todas as suas ações direta ou indiretamente, as que você escolhe. As pessoas, coisas e situações que formam sua vida, são todas resultados de suas escolhas. Sabendo disso, porque ter ressentimentos com relação a elas, atribuindo-lhes a culpa por tudo o que ocorre em sua vida? As escolhas que você fez trouxeram-no para onde você está hoje. Mas as escolhas que você fizer a partir de agora poderão levá-lo para outro lugar, para onde você quiser ir. Embora possa sentir-se preso e sem forças, essa não é a verdadeira situação. Você pode escolher superar os obstáculos. Você pode escolher seguir seu sonho. Não há como escapar. Alguma decisão você terá que tomar. Essas decisões determinarão seu futuro. Tudo o que você tem, tudo o que você faz, tudo aquilo em que você mesmo se transforma, é o resultado de suas escolhas. Você tem o poder de decidir a direção de sua vida. Como você vai usar esse poder? Qual a sua escolha nesse exato instante?” – Robert Marshall

Só você pode responder, resolver seus problemas, mudar seu destino e fazer suas escolhas.

sábado, 28 de maio de 2011

POr Simone P. Cardoso,

Existem homens e mulheres que são capazes de suportar as mais barbaridades do parceiro.
Especialmente os grossos, mal educados...mudando de canal vi um programama que se chama - Ela realmente vai sair com ele? - Mostra situações onde as pessoas se submentem as mais terriveis torturas psicológicas e continuam a sair com a pessoa, até dar um basta na situação (acho que só porque está sendo filmado)...

sábado, 30 de abril de 2011

Mulheres que amam demais


Algumas Características:

Segundo material publicado no site do programa de recuperação Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA), algumas características podem ajudar a definir essas mulheres:
  1. Vem de um lar desajustado, onde suas necessidades não foram supridas;
  2. Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento;
  3. Habituada à falta de amor em relacionamentos pessoais, está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais;
  4. Está disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento;
  5. Sua auto-estima está criticamente baixa, e no fundo não acredita que mereça ser feliz. Ao contrário, acredita que deve conquistar o direito de desfrutar a vida;
  6. Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar seus homens e seus relacionamentos;
  7. Está muito mais em contato com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação;
  8. Tende a ter momentos de depressão e tenta previní-los por meio da agitação criada por um relacionamento instável;
  9. Não tem atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados nela. Acha que esses homens "agradáveis" são enfadonhos.
"QUANDO AMAR significa sofrer, estamos amando demais. Quando grande parte de nossa conversa com amigas íntimas é sobre ele, os problemas, os pensamentos, os sentimentos dele — e aproximadamente todas as nossas frases se iniciam com "ele...", estamos amando demais. Quando desculpamos sua melancolia, o mau humor, indiferença ou desprezo como problemas devidos a uma infância infeliz, e quando tentamos nos tornar sua terapeuta, estamos amando demais. Quando lemos um livro de auto-ajuda e sublinhamos todas as passagens que pensamos que irão ajudá-lo, estamos amando demais. Quando não gostamos de muitas de suas características, valores e comportamentos básicos, mas toleramos pacientemente, achando que, se ao menos formos atraentes e amáveis o bastante, ele irá se modificar por nós, estamos amando demais. Quando o relacionamento coloca em risco nosso bem-estar emocional, e talvez até nossa saúde e segurança física, estamos definitivamente amando demais. Apesar de toda a dor e insatisfação, amar demais é uma experiência tão comum para muitas mulheres, que quase acreditamos que é assim que os relacionamentos íntimos devem ser. A maioria de nós amou demais ao menos uma vez, e, para muitas, está sendo um tema repetido na vida. Algumas nos tornamos tão obcecadas por nosso parceiro e nosso relacionamento, que quase não somos capazes de agir.  Robin Norwood"
Encontre o MADA mais próximo de você - clique aqui  (atualizado em 19.11.2017)

domingo, 30 de janeiro de 2011

Veja se você está perdendo sua identidade

Quando se está apaixonada, é comum sentir a necessidade de mergulhar de cabeça do mundo do amado. Você quer conhecer os lugares que ele freqüenta, ouvir as músicas que ele curte, ainda que seja o estilo que até então você detestava. Mas atenção, pois há um limite entre querer compartilhar a vida com o outro e mudar ao ponto de perder sua identidade só para agradá-lo.Este tipo de situação é muito típica no início dos relacionamentos. "Isso está ligado com o apego inicial e ocorre para poder gerar um vínculo semelhante ao apego que se tem com os pais ou com as figuras mais importantes dentro de nossa história".No entanto, com o tempo, surge o sentimento de "diferenciação". Essa fase consiste em entender que há duas pessoas envolvidas em uma mesma relação, e para isso não é necessário que sejam idênticas. É desejável que existam diferenças, gostos distintos.Por diversos motivos - insegurança ou conflitos ainda não resolvidos - perde-se a identidade ao ponto de você não saber onde começa um e termina o outro. Veja alguns sinais que indicam que essa crise pode estar ocorrendo.
Quem sou?-O primeiro sinal de perda de identidade começa muito antes do relacionamento. Quando se está com outra pessoa é fácil jogar a culpa no parceiro, mas isso só acontece porque você nunca teve claramente definida uma simples questão: quem você é?
Topa tudo-Você se dispõe a fazer tudo o que o parceiro deseja, mesmo que para isso tenha que passar por cima de seus princípios. Isso ocorre porque a relação está envolta por insegurança. Você teme que ele lhe deixe porque simplesmente há coisas que não gosta de fazer.
Autocensura-É absolutamente normal que, mesmo amando, você não concorde com o parceiro. Mas às vezes, o temor pelo abandono é tão grande que deixamos de omitir nossas opiniões para não contrariar o outro.
Sentimentos sufocados - Certifique-se de que você não esteja atuando num jogo onde o que importa é agradar o outro. Lembre-se que para uma união dar certo, seu parceiro precisa saber o que você sente de verdade. Conversas francas formam a base do relacionamento.
Isolamento-Outro sinal de perigo pode ser detectado quando você se priva de atividades sociais com amigos e até mesmo familiares só para agradar ou ficar mais tempo ao lado do amado. Não é saudável fazer nenhum tipo de sacrifício em nome de outra pessoa.
Mudança de visual-Um caso extremo de perda de identidade ocorre quando há mudanças na forma de se vestir para se adaptar aos gostos dele. Não é errado que seu namorado ou marido opine sobre suas roupas, mas não é por isso que você precisa encarar a opinião dele como um mandamento. Se ele te ama, deve ser capaz de te aceitar da forma com você é, e isso inclui suas preferências estéticas.
Mesmos lugares-Se os seus lugares prediletos são os mesmos que os dele, fique atenta. Esta é mais uma indicação que mostra a anulação de seus gostos. Não é ruim compartilhar as preferências com seu amado, mas não esqueça que vocês têm personalidades distintas.
"Nossos" amigos - Você precisa ter um bom relacionamento com o círculo de amizades dele. Mas não se limite a sair apenas com os amigos de seu amado, não se esqueça da sua própria rede de amizade. Isso deve ser feito por uma razão bem simples: se a relação não der certo, você ficará isolada socialmente.

domingo, 28 de novembro de 2010

Pé na bunda e seus beneficios

Por Simone P. Cardoso

O fim de um relacionamento pode significar uma reviravolta na vida de qualquer pessoa. E isso não significa somente mudar o corte dos cabelos, emagrecer quilos e mais quilos, fazer compras desesperadas em shoppings gastando o que não tem (ou o que tem em raros casos) ou ainda sair mostrando a bela arcada dentária por ai. Jamais devem perder o amor próprio. Sofrer de certo modo também é saudável porque amadurece, mas reagir e investir em si mesma é ainda mais saudável.
O fim de um relacionamento na sua maioria é bastante traumatizante, independente do grau de sentimento que exista!!! A maneira como se lida com a situação, como a capacidade de recomeçar, a culpa e a readaptação social, são fundamentais para o crescimento pessoal. Brincar de avestruz, enfiar a cabeça na terra e fazer de conta que nada aconteceu não leva ninguém a nenhum tipo de crescimento e amadurecimento.
Mas não é porque sua vizinha saiu aparentemente ilesa de um "pé na bunda" que você tem que ter a mesma reação. Tem aquele tipo de mulher (homem também) que têm resistência emocional, que enfrentam uma dor cara a cara, conscientemente. Independente da idade ou da experiência amorosa, é fundamental que se perceba o fim de um ciclo amoroso para que um outro possa ser começado.
Se desintoxiquem primeiro antes de entrar em outro relacionamento. O pé na bunda serve para você se auto-analisar e não cometer os mesmos erros, além de analisar o parceiro (a) que estava com você e para ter a certeza se você quer passar por aquilo de novo ou não. Cabe a você...escolhas.
É natural e extremamente saudável essa reciclagem na história de qualquer pessoa.Então, se você acabou de levar o famoso "pé na bunda", o jeito é juntar os cacos e canalizar energia em tudo o que lhe possa fazer bem. E isso pode significar cuidar do corpo, ler mais, busquem novos desafios profissionais, mudem sua alimentação para – saudável, investir na carreira ou ainda em uma viagem que você sempre sonhou com amigos, por exemplo.
Sejam infalivelmente felizes e boa sorte em tudo o que forem fazer.
Beijocas,

sábado, 24 de julho de 2010

Homens gigolôs e afins....


Por Simone P. Cardoso

Do mesmo jeito que existem muitas mulheres aproveitadoras, existem os homens aproveitadores, ou seja, os gigolôs modernos que no geral são indivíduos, jovens e bem-apessoados (ou nem tanto mas com uma lábia...), que vivem à custa de mulheres, geralmente mais velhas do que eles.

O cara geralmente quando encontra uma mulher carente, bem sucedida profissionalmente e bem financeiramente, que esteja muito carente faz olhar de gatinho do Sherek; se diz de vitima do mundo, família e amigos e faz com que a mulher se sinta como a salvadora da pátria. Faz a "linha" super romântico, faz cara de cachorro que caiu da mudança e faz um ótimo sexo (isso é relativo srsrsr).

No geral esse tipo de homem:
  • Tem ex-esposa, filhos, deve pensão e é um péssimo pai (se é péssimo pai foi péssimo esposo e pinta a ex como uma ogra do filme " Senhor dos Anéis " ;
  • É viciado em alguma droga (bebida, cocaína, heroína e por ai vai...), jura de pés juntos que só usa de vez em quando por estar deprimido ou coisa do genêro e que vai parar;
  • Fica com o carro da mulher-pato, anda para cima e para baixo com o carro dela e ela que coloca a gasolina;
  • Ele conta história triste que está prestes a ser desepejado do cafofo onde vive e a mulher-pato aluga um apartamento para ele...ela vai e aluga: detalhe ela que paga o aluguel;
  • Ele sai com muitas outras mulheres (e até mesmo homens) geralmente sem camisinha...e diz para a mulher-pato que não gosta ou que não tem sensibilidade, ela reluta, ele insiste e diz que ela tem que confiar nele...ai já sabem o final né? (Camisinha sempre).
  • A mulher-pato fica muito encantada com o tal gigolô, pode os amigos, família, o papa ou Deus em carne e osso dizer para ela que o cara não vale nada que ela simplesmente não acredita...e ainda briga com todo mundo dizendo que todos estão com "inveja" da felicidade dela.
  • Ela tem medo de ficar sozinha, por isso finge de cega e fica batendo na tecla para acreditar nesse relacionamento que está mais para um conto de bruxas...
  • E o gigôlo vai sugando a pobre-mulher-pato como se fosse uma sanguessuga ou um E.T dos filmes de ficção (daqueles que dominam até a alma).
Vocês conhecem aguma?

terça-feira, 15 de junho de 2010

Você é viciada em relacionamentos?


A história começa assim: você se sente só e perdida sempre que está solteira. Parece que nada faz muito sentido, nem mesmo aquele barzinho bacana com as amigas. Então, por que não sair à caça e preencher esse vazio? Eis o momento em que você começa a emendar um namoro no outro, sem nem ao menos se dar tempo para "curtir" a fossa do término anterior.

O vício em namoros não é uma doença, muito menos um distúrbio. Em sua maioria, a dependência é causada por uma baixa auto-estima que pode ter causas diversas.

"Geralmente, essas mulheres não se valorizam, não conseguem ter um pré-requisito. Elas acreditam que não são capazes de encontrar outra pessoa melhor. Para elas, é melhor estar com qualquer um do que estar sozinha", comenta a psicóloga e psicodramatista Cecília Zylberstajn. E estar sozinha é, em sua maioria, a pior coisa que poderia acontecer com uma mulher que não consegue se ver solteira.

Dependência emocional, psicológica e até mesmo financeira dão aquele empurrãozinho para que ela projete um relacionamento sério com pessoas que não correspondam em nada com seu "tipo ideal de homem". "As referências devem estar na mulher, nas necessidades dela, no que ela espera de um relacionamento. Mas nessas situações a referência muda, porque é mais importante estar com esse homem, porque ela não consegue se imaginar sozinha", conta Cecília. Assim, é mais fácil se relacionar com um homem por quem não se esteja apaixonada, do que esperar pelo amor verdadeiro.

De acordo com a psicóloga Renata Soifer, para essas mulheres o término do namoro é tão complicado quanto o acaso de ficarem solteiras. "Pode ser difícil para ela terminar o relacionamento, pois ela tem medo de ficar sozinha. Na verdade, essas mulheres têm medo da solidão", conta. Decorrência de diversos possíveis fatores (como transtorno de ansiedade, pressão familiar e/ou social, histórico familiar e vivência pessoal), a baixa auto-estima - que envolve a mulher no ciclo vicioso de emendar relacionamentos - pode acarretar sérias conseqüências emocionais. "Pode se agravar como qualquer vício. A tendência é ela procurar uma pessoa cada vez mais difícil, relações cada vez mais fortes e intensas", alerta Cecília. A psicóloga afirma ainda que tudo aquilo que tem potencial de causar vício provoca prazer de alguma maneira.

Com namoros mais intensos, a mulher passa a vivenciar os altos e baixos da relação de um jeito mais extremo, o que satisfaz sua busca por sentimentos cada vez mais fortes. "Essa mulher passa ainda a acreditar cada vez menos nela, fica difícil acreditar que ela consiga se desvencilhar do relacionamento. Ela acredita ainda menos de que merece alguém que seja melhor para ela, que corresponda as suas reais necessidades", completa Cecília.

Tratamento: Desfrutar de certos momentos da vida sozinha. Essa pode ser a saída para mulheres viciadas em relacionamento. "Não é necessário passar por tudo na vida dentro de um relacionamento. Tem certos momentos que é melhor ficar sozinho, e não há nada de errado nisso", explica Renata Soifer. Segundo a psicóloga, a mulher deve olhar para si e entender quais são suas necessidades, suas buscas, suas expectativas em uma relação. "Com calma e sem pressa, ela pode encontrar a pessoa que corresponda aos seus anseios. Mas é preciso que se dê o tempo necessário para isso", afirma Renata. "Essas mulheres se vitimizam muito, culpam o homem pelos momentos ruins da relação. Elas precisam se responsabilizar pelo comportamento delas e entenderem que também têm responsabilidade pelo que está acontecendo. A psicoterapia pode ser um caminho para que ela aprenda a se conhecer e a entender que tem coisas boas para oferecer para ela mesma", alerta Cecília Zylberstajn.

Fonte: Terra.com

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Círculo vicioso

Por Stella Florence

Ele pede para voltar para a sua vida e jura que irá te tratar melhor. E você, que é uma idiota apaixonada (o que a torna ainda mais idiota), aceita.
Você diz: chega, ficamos por aqui, acabou, eu não mereço esse tipo de tratamento, não aceito, não quero, fim. E, apesar de estar apaixonada, consegue manter a decisão por uma semana. Enquanto isso, ele liga, ele escreve, ele vai até a porta da sua casa como um Stanley Kowalski, ele diz que você tem de ouvi-lo, que você não está levando em conta seus sentimentos, pede para voltar para a sua vida e jura que irá te tratar melhor.

E você, que é uma idiota apaixonada (o que a torna ainda mais idiota), amolece, abre a guarda, deita a cabeça no ombro dele e fecha os olhos. Desse modo, ele volta para sua vida.

Estamos num domingo, uma hora da manhã e ele ainda não chegou a sua casa. Ele teve de parar no petshop para comprar ração para o cachorro, teve de parar numa festa para fazer uma social, teve de parar na casa do tio para resolver uma questão familiar, teve de ajudar um amigo com a moto quebrada. Enquanto isso, você espera. A casa já foi varrida, o vinho já foi comprado, os lençóis já foram trocados, a maquiagem já foi delineada, o CD já foi escolhido, a toalha dele, limpa e fresca, já está pendurada no banheiro. E você continua esperando.

Quarenta minutos depois, ele toca a campainha. Você abre a porta e ele te abraça já meio bêbado de cerveja, mesmo sabendo que você havia comprado vinho. Ele não fez a barba, mesmo sabendo que sua pele é delicada. Ele veio cansado e com sono, mesmo sabendo que você está com saudade e tesão. Ele sabe que você é flexível e testa a envergadura do seu caule: até onde você aguenta sem se quebrar?

Para você, ele é VIP: very important person. Para ele, você é outro tipo de VIP: very insignificant person.

Então você diz: chega, ficamos por aqui, acabou, eu não mereço esse tipo de tratamento, não aceito, não quero, fim. E, apesar de estar apaixonada, consegue manter a decisão por uma semana. Enquanto isso ele liga, ele escreve, ele vai até a porta da sua casa como um Stanley Kowalski, ele diz que você tem de ouvi-lo, que você não está levando em conta seus sentimentos, pede para voltar para a sua vida e jura que irá te tratar melhor.

E você, que é uma idiota apaixonada (o que a torna ainda mais idiota) amolece, abre a guarda, deita a cabeça no ombro dele e fecha os olhos.

Ele voltou para sua vida, de novo. Resta saber até quando.

Fonte:http://itodas.uol.com.br

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Cartomante e relacionamentos

Por Simone Cardoso

Atire a primeia pedra quem nunca foi a uma cartomante!Sim, já fui a título de curiosidade; mas não fiz das revelações dela o norte da minha vida.
Existem pessoas que para irem passear na cidade mais próxima sempre vão"tirar as cartas". Mas na maioria das vezes as pessoas procuram as cartomantes para saber do futuro, especialmente no quesito relacionamentos.
99% das pessoas deixam que a cartomante façam as "melhores" escolhas, pois de certa maneira são covardes o suficiente para não terem coragem de tomar rumo de suas vidas sozinhas, ou seja, se conformam com que as "cartas dizem" e vão empurrando a vida com a barriga...Se quer saber os porquês de sua vida no presente...olhe SUAS AÇÕES no passado, se quer saber como serár seu futuro, olhe SUAS AÇÕES no presente. A sua vida é formada e feita por suas ESCOLHAS. Sempre!
Vi uma vez uma cinquentona solteirona dizer em um Globo Reporter qualquer: - Eu nunca me casei...já fui noiva várias vezes, mas sempre acabava com o noivado. E a reporter pergunta: - Mas o que a fez desistir dos casamentos?
Ela: -E que em todas as cartomantes que eu fui, elas sempre me diziam que eu iria me casar com um estrangeiro...
Quando eu fui, ela me disse a mesma coisa...e todas as mulheres que conheço e que já se consultaram com uma cartomante o que todas dizem em unanimidade é:
- Você vai se casar com um estrangeiro
- Você não está com o rapaz que você gosta porque tem trabalho...
E pior...tem gente que acredita...Acreditem em vocês mesmos, cuidem de suas vidas. Não deixe a responsabilidade de suas vidas em forças do além. Vocês tem suas escolhas!
Boa sorte em tudo o que forem fazer.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Homem comprometido = Problema


Por Simone Cardoso

Mesmo com os quatro pneus arreados e muuuito apaixonada a mulher deve ter consciência de que está se intoxicando. Cabe a cada uma decidir se quer entrar ou não em um relacionamento nocivo. A mulher deve olhar para si mesma e refletir sobre a necessidade dessa relação tão complexa! Hellooowww... A “ourta” sabe que não vale a pena, que é fim de carreira e a cada dia se intoxica mais na esperança de que ele vai deixar a mulher...e ele não deixa. O fdp deixa a “outra” de molho e engana a mãe dos filhos dele. Mesmo que a "outra" fique com o homem, a relação dificilmente será estável. A affair começou com ela aceitando ser a segunda.
Portanto, “a outra” sempre irá pensar que o homem pode fazer o mesmo com ela. Fato: geralmente faz mesmo!
Outro ponto: partir do momento em que a amante se torna a esposa ela será outra pessoa. O homem gostava dela como amante, será que agora vai continuar gostando?Antes de entrar numa dessas dê o cartão dos “galinhas anônimos” para o dito cujo.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Relacionamentos Nocivos

Por Simone Cardoso

Existem pessoas que constroem relacionamentos nocivos, como se fosse um círculo vicioso. Constroem relacionamentos nocivos até com o dono da vendinha da esquina.

É possível permanecer num relacionamento nocivo sem se machucar muito quando se tem consciência de que foi uma escolha. Mas ai minha filha, você está se descobrindo uma masoquista sentimental...

Existem mulheres que são iscas fáceis de relacionamentos nocivos, pois são muito altruístas, dão uma de Madre Teresa de Calcutá. Levam à extremos a missão de cuidar do outro.

Impor limites: é tornar- se assertiva na relação - dizer o que gosta e o que não aceita.

Assumir e manter um vínculo como esse é uma escolha e, assim, tornar-se protagonista da própria história. O que você passa não é carma nem destino: é a pessoa que você trouxe para sua vida. Portanto, é possível expulsá-lo. Qual é sua decisão nesse instante?

Outro ponto: - O que você ganha com esse relacionamento nocivo que não consegue romper?

Ao tentar romper um relacionamento nocivo, é natural que a outra parte reaja para manter a situação tal como está. Mantenha-se firme na decisão e não abra espaço para a culpa.

Pessoas com auto-estima elevada se envolvem menos em relações destrutivas. Portanto, invista na sua. Não é que seja uma vacina para o resto da vida, mas os riscos de se meter numa roubada são sempre menores para quem gosta de si mesma e confia no próprio taco.

Para ter boa auto-estima, é preciso se conhecer bem, fazer uma terapia, por exemplo. Mas se a grana está curta encontre um tempo para você e invista em pequenas coisas que a façam feliz, como ir ao cinema, fazer uma caminhada no parque, andar com o cachorro (se não tem, pegue da amiga emprestado e divirta-se com o bichinho), faça um curso...e por ai vai...

Não precisa ter medo da dolidão. Solidão é o fantasma que faz BUHHH e assombra maioria das mulheres envolvidas em relacionamentos nocivos.Não precisa ter medo da solidão. Lembrem-se de sua família e amigos e que ele não é o último homem da face da terra!!!

Espiritualidade faz a diferença na vida, revigora o espírito. Pode ser o que faltava para pôr o ponto final numa relação fadada ao fracasso.

Como identificar a hora de romper um relacionamento nocivo? Quando o ressentimento é maior que a esperança, não há conversa nem limite que resolva. Se ainda há esperança de resgate, vale tentar um diálogo franco mesmo que doa. Caso contrário, evite sofrimento inútil: saia à inglesa, como costumam dizer os franceses.

Até onde pode chegar uma relação destrutiva? Depende do limite de cada um. Qual é o seu limite?

A reincidência é um fantasma que assombra quem já viveu uma relação perniciosa. O único jeito de não cair de novo na mesma armadilha é fazer uma revisão das condições que levaram à dinâmica nefasta. Sem procurar os fatores pessoais que colaboraram para a formação e manutenção desse enredo, não existe saída: a tendência é mesmo repetir o script.

Quando se chega às raias da violência física, o melhor é sair de perto, sem contemplação, e tomar providências. Contra a força física não há argumento.

Há um novo tipo de relacionamento nocivo na praça os "gigolôs modernos". São namorados que perdem o emprego, se hospedam provisoriamente na casa da namorada e vão ficando, ficando, como se não pudessem contar com mais ninguém no mundo (e, já que estão duros, nem sequer se oferecem para rachar as despesas). A moça começa se achando muito importante, tão boa samaritana, até gostando desse inusitado papel de anjo protetor. Não acredite nisso! Ninguém é tão desamparado: ele deve ter irmãos, pais, padrinhos ou amigos. E, se não tiver mesmo ninguém a quem recorrer, pior ainda! O que terá acontecido para todo mundo sumir da vida dele?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Alguns tipos de intoxicadas


Por Simone Cardoso

Aquelas que acreditam que a solução de seus problemas e encontro de sua felicidade é casar-se com um homem rico e de preferência bonito. Se não encontram o lindo, casa-se com o feio mesmo.Aquelas que se enolvem com homens casados, sempre buscam uma maneira de cair fora, mas eles vêem com voz melosa, dizendo que ama e que vai largar da esposa, vai envolvendo e ela se entrega e não consegue sair dessa.Aquela que está desesperada para casar, se envolve com o primeiro que encontrar e no dia seguinte diz que ele é o homem de sua vida e que vai casar, ter filhos e morar numa casinha parecida com uma de boneca.Aquelas que se envolvem com homens cronicamente infiéis e fica insistindo no relacionamento como se pudesse salvar, mas na realidade ela enterrando mais e mais a auto-estima, e o que ela precisa ser feito é dar o telefone dos galinhas anônimos para o dito cujo.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A intoxicação é algo quase genético

Por Simone Cardoso
A intoxicação de homens errados é algo quase genético, sabe porque? Por que nossas mães e professoras sempre contavam histórias lindas de meninas desamparadas e meio feias que crescem, e em uma determinada situação conhecem um rapaz belo e rico, que irá amá-la para o resto da vida. Quando se mora no meio do mato e não tem acesso as fabulas mundias, vai para a civilização e vê na televisão, esse homem o qual veste colant azul, capa esvoaçante e cueca em cima da roupa, por mais que o traje desse príncipe extraterreste seja ridículo, ele é a personificação da beleza, bom moço apaixonado e com grande coração. A partir daí as meninas crescem e mesmo que inconscientemente elas sempre buscam o melhor espécime masculino...e se intoxicam....tem também fatores genéticos de milhares de anos para a reprodução, mas isso é um outro papo e existe literatura específica para quem quer saber mais desses detalhes - Teoria da evolução.
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