
Martha Medeiros - Jornalista e escritora




Quando se está apaixonada, é comum sentir a necessidade de mergulhar de cabeça do mundo do amado. Você quer conhecer os lugares que ele freqüenta, ouvir as músicas que ele curte, ainda que seja o estilo que até então você detestava. Mas atenção, pois há um limite entre querer compartilhar a vida com o outro e mudar ao ponto de perder sua identidade só para agradá-lo.Este tipo de situação é muito típica no início dos relacionamentos. "Isso está ligado com o apego inicial e ocorre para poder gerar um vínculo semelhante ao apego que se tem com os pais ou com as figuras mais importantes dentro de nossa história".No entanto, com o tempo, surge o sentimento de "diferenciação". Essa fase consiste em entender que há duas pessoas envolvidas em uma mesma relação, e para isso não é necessário que sejam idênticas. É desejável que existam diferenças, gostos distintos.Por diversos motivos - insegurança ou conflitos ainda não resolvidos - perde-se a identidade ao ponto de você não saber onde começa um e termina o outro. Veja alguns sinais que indicam que essa crise pode estar ocorrendo.



Se você se envolve sempre com homens errados, é o momento de você parar e analisar quais os motivos. Geralmente são sempre os mesmos. Quando os problemas se repetem de forma cíclica, está na hora de agir.
Queridos Leitores,
Você já deve saber que errar é humano, mas como diz também o ditado, persistir no erro é burrice. Portanto se você reparou que seus relacionamentos costumam apresentar sempre os mesmos problemas, talvez seja a hora de ponderar o que está causando os desentendimentos. Mas não pense que problema é exclusividade sua, todo mundo já se equivocou em algum momento, confira os erros mais comuns durante um namoro:Ser mal educada - Falta de educação e grosseria não cai bem em nenhum tipo de relacionamento, aliás. Se você costuma dar respostas meio atravessadas, ou não ter muita paciência quando alguém não lhe entende, ou faz algo que lhe desagrada, lembre-se que ninguém gosta de ser mal tratado, e que provavelmente você não ficaria muito satisfeito se a destratada fosse você. Aquela história de contar até 10 antes de explodir ajuda e também vale filtrar com quem você realmente está irritada, se o gato não tiver nada a ver com isso, não desconte nele.
Expor os problemas do casal para os outros - Tudo bem que quando rola um desentendimento dá mesmo vontade de conversar com alguém para dividir a angústia, mas uma coisa é pedir um ombro e ouvido amigo para sua melhor amiga, outra, bem diferente, é contar para todo seu círculo de amizades sobre a briga. Pior mesmo só quando as pessoas discutem em público sobre questões pessoais. Lembre-se daquela máxima: roupa suja se lava em casa!
Fonte: www.terra.com.br
Queridos(as) Leitores(as), estou numa correria muito grande nessa última semana. Semana que vem voltarei com post danados!Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas. Séneca
Oi meninas, navegando pela madrugada...encontrei esse texto bem bacana, que cabe direitinho aqui no blog. Simplesmente não resisti.No Dia Internacional da Mulher, é necessário refletir sobre seu papel na sociedade contemporânea, pois a história mostra, através dos séculos, as vitórias e a força femininas, ao se imporem na evolução das estruturas sociais.
Como todos sabemos, a mulher veio de um papel de submissão e obediência, desempenhado através dos séculos, para uma liberdade conquistada passo a passo, não só na escala social, como também na evolução da vida, desbravando territórios, trabalhando em mercados cada vez mais prósperos, desempenhando papéis cada vez mais importantes nas circunstâncias comunitárias, científicas, nas artes, nos empreendimentos e na família.
Contudo, há um aspecto que não se emancipou nessa trajetória feminina, um aspecto muito importante da vida, no qual a mulher não só não se emancipou, como parece que não se emancipará nunca: trata-se das situações que envolvem o amor romântico. Nessa perspectiva, a mulher parece sempre, independente da idade que tem, uma adolescente encantada e pronta para ser a heroína de um romance sem igual, maravilhoso, de novela de televisão!
Nessa captação míope do mundo, a mulher não percebe o quanto o homem, principal e indispensável parceiro desse sonho fantástico, não está nem interessado e nem preparado para viver um grande e intenso amor, que tudo sacrifica, que tudo perdoa e que é a coisa mais importante do universo.
Para a grande maioria dos homens, essa ideia fantástica de amor absoluto, à toda prova, esse papel de príncipe encantado, gentil e maravilhoso, que não se afasta da amada, que só pensa nela e só anseia por estar nos braços dela, pode parecer ridícula e por isso se mostra insustentável.
Os homens em geral detestam exageros e exposições radicais de sentimentos, assim como não suportam a sensação de estarem privados de sua liberdade. Nada pior do que uma companheira que pergunta demais, exige explicações detalhadas e faz com que ele viva o perene pesadelo de "você tem uma outra mulher na sua vida", enquanto ele só quer viver sem pressões e se sente sacrificado, afogado pela responsabilidade de responder com efusão ao amor da companheira.
Apesar de todas as conquistas, ainda falta à mulher sair da adolescência do amor, e conquistar uma postura adulta e menos frágil na relação a dois. Pois a mulher só poderá ser feliz se crescer, se deixar o infantilismo da grande história de amor em que ela é a heroína, e exterminar mitos e criancices, avaliar de forma correta seus sentimentos. É o que falta às mulheres para realmente fazerem jus ao título de emancipadas.
Fonte: www.terra.com.br
POr Simone P. Cardoso
Por Simone P. Cardoso
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