...surgiu, como se desintoxicar do homem errado, mas com o tempo mudou para "Como se desintoxicar da pessoa errada". Existem mulheres e homens intoxicados.Tanto as mulheres quanto os homens tem sua parcela de culpa por se intoxicarem pelas pessoas erradas, afinal, todos temos o livre arbítrio, temos como escolher, cada um tem a sua responsabilidade! Esse blog surgiu para trocar experiências, dar um ponto de vista diferente para que seja feita a auto-análise para mudar algo....descubra o que será mudado em você. Seja feliz. Sua felicidade depende somente de você!!! Não coloque a responsabilidade de sua felicidade em alguém que não possa te fazer feliz.

terça-feira, 30 de março de 2010

Sex Shop - Uma caixinha de surpresas

Por Simone P. Cardoso

Apimentar a relação não é coisa de mulher casada há anos... É algo que vem caindo no gosto de todas as pessoas independente do sexo e do tempo de relacionamento. Abrir a porta do sex shop e entrar sem medo de ser feliz é um grande obstáculo para muitas mulheres e homens. Muitas pessoas chegam a olhar para todos os lados para ter certeza de que não tem ninguém olhando ou se por acaso tem algum conhecido que vai te ver entrando naquele mudinho orgástico. Eu já olhei muito para os lados! hheheh.
Quem nunca foi, quando for pela primeira vez irá ver inúmeros "aparatos" estranhos, que não se tem nem idéia de como usar. Não se acanhe. Pergunte para a atendente. Isso é tão normal para ela como ir ao banheiro; além do mais ela está recebendo $ para te atender.
Hoje entro como se fosse ao supermercado literalmente.

O homem tem a facilidade do estímulo visual enquanto as mulheres precisam de fantasias... E claro tem inúmeros brinquedinhos e acessórios que fazem total diferença.

Para quem é tímido pode começar com brinquedos e acessórios mais simples. Depois...use a criatividade ehehehe.

OBS: Meninas, cuidado com o famoso consolo. Só leve para cama se o parceiro permitir...e cuidado com o tamanho, que seja do "tamanho" do dele ou menor.

E vocês já se aventuraram no mundo orgástico do sex shop?

sábado, 27 de março de 2010

10 erros mais comuns que as mulheres cometem na cama

Queridos(as) Leitores(as),

Navegando na net encontrei esses errinhos...Me digam o que vocês pensam nos comentários, será verdadade ou é uma bobeira:

n°1: Deixar de lado a mulher fatal para virar esposa pura e comportada. Ter um filho não significa abandonar uma interessante atividade debaixo dos lençóis.

n° 2: Interpretar o papel da estátua enigmática e acima de tudo imóvel, os homens gostam da mulher que participa, mesmo se dominada durante o sexo se empenha a gritar, perguntar, a fazer movimentos e tudo mais…

n° 3: Jogar fora as chaves da sensualidade. Dividir os defeitos e pijamas de flanela, nao é excitante para um homem apesar da relação ser aberta e firme. Depois de um tempo algumas coisas tiram o apetite…

n°4: Vestir o véu da pureza e brigar com o parceiro toda vez que descobrir um jornal ou sites pornográficos. Ter inspiração não pornografia nao é crime, não atrapalha em nada do casal, pode apenas ajudar se os dois participam.

n°5: Não falar palavrão. E’ uns dos casos que o palavroes são permitidos, fingir na cama pode ser um boa coisa e no final os homens adoram ouvir certas coisas.

n° 6: Ter medo das fantasias perversas ou ter vergonha de alguma parte do corpo; mostrar-se segura, gostar de si mesma, andar pelada pela casa, fazer amor a luz do sol e a luz de velas, masturbar-se na frente dele, tudo isso vai dar muito prazer e aumenta nosso sex appeal.

n°7: Criticar outras mulheres. Se deixamos claro ao nosso homem que nos incomoda os hábitos de outra mulher, ele vai ficar curioso e pode até achar atraente. Devemos encontrar uma maneira de ter os olhos do nosso homem sempre para nós!

n°8: Esquecer que vocês são um casal. A fronteira entre uma relação séria e uma relação de sexo muitas vezes é invisível: colocar em pratos limpos a relação com palavras e sem medo é bom para definir as situações pelo menos do cérebro, mas também no coração e nos hormonios. Se ele nao fala explicitamente, é difícil que te considere a sua namorada oficial.

n°9: Ignorar que ele também tem “peitinhos” e que muitas vezes até maior que o nosso. E’ uma zona muito estimulante para os machos, nao devemos esquece-la durante as preliminares.

n° 10: Fingir satisfação durante o sexo oral. Cuidado com os dentes no sexo oral… ou melhor antes de começar pergunte como e o que ele prefere, assim evite errar e depois da primeira vez tudo bem naturalmente.

Fonte: Fox news

sexta-feira, 26 de março de 2010

CSS- Move

Segue um clipe de uma banda brasileira que é pouquissima conhecida por aqui CSS (Cansei de ser sexy), esse nome é meio ridículo, mas para ser beeem sincera é a única música que gosto.Essa música é muito divertida, animada e ter umas maneiras interessantes para tirar fotografia.




Eu fui na onda a pose, montagem de uma foto. Segue minha irmã sendo pisada no Jardim Botânico - RJ.

Imagens que inspiram

Eu amo fotografar. Ainda farei um cursinho de fotografia srsrsr.
Escolhi umas fotos no FFFFound! e coloco aqui. Imagens que inspiram.

Relaxem e aproveitem o dia. Aproveitem sua própria companhia.
Sinta a liberdade interna e coloque para fora.
Aproveita a companhia das pessoas. Aprenda. Viva e seja feliz.

Meus melhores desejos a todos os meus leitores (as)!!!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Os homens não querem filhos

Casais não querem abrir mão de carreira e outras atividades a dois. Mudança de comportamento é causada por ausência de pressão familiar, diz especialista.Número de casais que optam por não ter filhos está crescendo no Brasil.A mulher constituiu um universo profissional e nossa cultura não cobra mais a maternidade. Esse cenário dá margem para que as decisões fiquem pessoais, e muitos casais acabam não tendo filhos porque não têm vontade ou porque completam seu cotidiano com outras atividades”, afirma a especialista. Vera considera que a carreira é apenas um dos motivos que levam as mulheres a abrir mão da maternidade. “Muitas vezes o casal se completa com o trabalho, com viagens, ou simplesmente com o vínculo que estabelecem entre si. Ter um filho deve ser um chamado, uma necessidade do casal. Quando a mulher e o homem não têm essa vontade naturalmente, eles não devem ter filhos”, diz. A designer Laís Gotlib de Franco, de 40 anos, é casada há 10 anos e diz que nunca quis ter filhos. “Nunca foi um desejo latente em mim nem em meu marido”, afirma. De acordo com ela, a profissão e a carreira não foram fatores determinantes para essa escolha. “Há uma somatória de fatores que podem influenciar essa decisão. É uma mudança de rotina. Mas acho que para quem realmente quer ter filhos, a carreira não é um empecilho”, diz. Segundo Laís, a expectativa e a cobrança da família vieram seguidos de um momento de compreensão. “Acho que para ter filhos é preciso muita vontade e como a vontade não veio para nós, decidimos respeitar. Eu tive dúvidas. Fiquei com medo de me arrepender porque decidir não ter filhos talvez seja ainda mais difícil do que decidir tê-los, mas não me arrependo”, afirma. “Ser mãe deve ser uma opção de vida.” De acordo com Vera, um casal que opta por ter filhos tem que renunciar a muitas coisas. “É uma escolha de vida e os casais têm muitas coisas de que não querem abrir mão. Isso faz com que os filhos deixem de ser uma prioridade para alguns. Por isso, acho essa liberdade de escolha muito saudável”, afirma.
Fonte: G1

O engraçado é que eu penso como a Laís, moça entrevisada. Já escrevi sobre Muheres que não querem ter filhos...

segunda-feira, 22 de março de 2010

Bullying no trabalho

Navegando pela net Li essa matéria. Copiei ela na íntegra e divido com vocês. Essa matéria ilustra muito bem também o post da amiga blogueira Esperança no post - Assédio Moral: Mostre que você está por dentro do assunto. Boa leitura

Fonte: www.terra.com.br

Michelle Achkar

Pedir projetos ou relatórios em prazos impossíveis, remarcar reuniões em cima da hora e não avisar funcionário com papel fundamental nela, pedir tarefas triviais para pessoas que ocupam cargos de responsabilidade, deixar de pedir tarefas, espalhar fofocas, excluir pessoas do grupo, não dividir informações, pedir trabalhos que obriguem funcionário a aumentar em muitas horas sua jornada de trabalho, fazer críticas constantes, não reconhecer esforços e desmerecer resultados.

Situações comuns em muitas empresas atribuídas ao mercado de trabalho competitivo, ao estresse da vida cotidiana e a questões de personalidade ou problemas psicológicos, como distúrbio bipolar, caracterizam na verdade cenas do nebuloso terreno do assédio moral no trabalho, também chamado de bullying ou mobbing.

Nebuloso, pois as próprias vítimas muitas vezes não reconhecem a agressão e encaram as cenas como desafios a serem superados na busca da manutenção de sua empregabilidade no mercado e das metas de produtividade das empresas.

O tema começou a ganhar mais espaço com os estudos da psiquiatra francesa Marie-France Hirigoyen, uma das primeiras a se preocupar com o assédio moral no trabalho, assunto de livros como Mal-Estar no Trabalho, de 2002. Mas ainda está longe de ser reconhecido como problema pelas empresas e as discussões não encontram melhores cenários em todo o mundo.

A filial do Japão da grife italiana Prada, por exemplo, foi acusada recentemente de demitir 15 funcionários por serem "gordos", "feios" e "velhos". Rina Bovrisse, funcionária da grife, deu entrada ao processo há duas semanas. Segundo ela, as ordens foram para remover para outlets ou lojas não tão bem localizadas cerca de 30 pessoas, a maioria mulheres na faixa dos 40 anos. Ela ainda conta que o gerente de RH da marca pediu que ela emagrecesse e mudasse a cor do cabelo. Em comunicado, a empresa afirmou que "o tribunal competente japonês rejeitou todas as acusações do empregado e determinou que a rescisão de seu contrato de trabalho era perfeitamente legítimo".

Nas Filipinas, uma ex-comissária de bordo, que foi demitida por estar acima do peso, perdeu uma ação que durou duas décadas de processos numa sentença que considerou que o peso dos funcionários era questão de segurança aérea.

Produção
Idade é o primeiro fator de discriminação que leva ao bullying, segundo a ginecologista e médica do trabalho, Margarida Barreto, uma das coordenadoras do site assediomoral.org.br e pesquisadora do tema há 15 anos. Entre seus trabalhos está a dissertação de mestrado "Uma Jornada de Humilhações", feita a partir de 2.072 entrevistas de homens e mulheres de 97 empresas industriais paulistas, e a tese de doutorado Assédio Moral no Trabalho. A violência sutil, baseada em mais de 10 mil questionários respondidos por trabalhadores de todo Brasil. "Está inserido nas relações de trabalho, na forma da organização e na cultura que banaliza certos comportamentos. E 90% das empresas não encaram o problema e fazem de conta que é algo banal. Normalmente só tomam atitude quando há prejuízo na produção", disse.

As mulheres são as principais vítimas com estatísticas em todo o mundo apontando para 70% dos casos. E a maioria deles envolve a questão da gravidez. "Para maior parte das empresas ainda isso é problema", afirmou Margarida. O repertório de frases de humilhação relatado por vítimas é extenso, como "Teu filho vai colocar comida em sua casa? Não pode sair! Escolha: ou trabalho ou toma conta do filho!" (veja mais exemplos de agressões no link acima).

Assédio sexual
Doze por cento dos casos derivam de situações de assédio sexual. Como foi o caso de Elisabeth Pittman, 51, costureira que viveu sob ameaças de uma chefe durante dois anos. Depois de assediá-la sexualmente, passou a humilhá-la desfazendo todo o trabalho de um dia, obrigando-a a longuíssimas jornadas de trabalho para refazer costuras de mochilas. Ela então procurou entidade de apoio a vítimas de assédio moral e o caso chegou ao Ministério Público do Trabalho.

Mas a trajetória não foi fácil. Elisabeth ficou seis anos afastada e encarou um quadro de depressão profunda e duas tentativas de suicídio, uma delas que a deixou internada durante 20 dias numa unidade de tratamento intensivo (UTI). Reintegrada à empresa, foi acompanhada por um diretor e conseguiu mudar o status de vítima de assédio à presidente da CIPA e líder respeitada. A ex-chefe foi demitida.

Segundo Margarida, casos como o de Elisabeth ainda são exceção e a dificuldade começa pelo próprio empregado reconhecer que foi vítima de abuso. O principal desafio na opinião da estudiosa ainda é a visibilidade. "É preciso ter a convicção de que não pode ser banalizado, não está previsto no contrato de trabalho que se pode ser humilhado de nenhum jeito", afirmou. "Se foi um aborrecimento pontual, falo que aquilo me incomodou e espero que a pessoa reconheça, se desculpe e procure não repetir o ato. Mas se é repetido ao longo da jornada é porque não foi causado por um destempero", disse.

Sarcasmo
"A maior dificuldade é saber quando acontece de fato e quando não é algo que decorre do trabalho. É a sutileza que torna o assédio moral ainda mais perverso. Pois o trabalhador não é assediado de forma clara, na frente de outros, mas muitas vezes na forma de brincadeiras cheias de sarcasmo", afirmou Paulo Eduardo Vieira De Oliveira, juiz do trabalho em São Paulo e professor da Universidade de São Paulo.

Margarida afirma que a principal queixa dos funcionários não é a pressão em si, mas como ela é feita, "de maneira a desqualificar, humilhar, com atos que parecem sutis, mas não são como brincadeiras e fofocas."

Segundo Oliveira, do ponto de vista jurídico, o tema é novo e chegou aos tribunais de forma recente. "Há cinco anos não existiam casos e hoje já há alguns nos quais se pleiteiam indenizações. Mas não existem grandes cases no direito brasileiro", disse. Entre os casos estudados pelo juiz está o de vendedores que, obrigados a bater metas, solicitam empréstimos bancários para comprar os produtos que vendem.

"Há várias decisões em primeira instância, algumas com somas bastante altas", afirmou, lembrando do caso da funcionária de uma farmácia que era obrigada a arrumar diversas vezes as prateleiras de produtos, após seu gerente jogar tudo no chão, o que resultou numa indenização alta.

A imprensa internacional noticiou recentemente que a advogada inglesa Gillian Switalski, 53, aceitou acordo de indenização fora dos tribunais da empresa que ela processava com acusações de perseguição por ser mulher, intimidação e discriminação durante 18 meses, o que a deixou mentalmente abalada e incapaz para o trabalho.

Entre os fatos alegados por Gillian está que à colega de trabalho que tinha filho deficiente foi permitido a trabalhar de casa, enquanto ela cujo um dos filhos também sofre de paralisia cerebral precisava se justificar sobre ausências e tinha seus horários de trabalho controlados.

Em 2006, quando sua mãe morreu, a empresa chegou a exigir receber uma cópia do atestado de óbito para aceitar que não ela cancelasse uma viagem a trabalho. Segundo Oliveira, a prova usada nesses casos é sempre a testemunhal.

Demissão
O objetivo do agressor é forçar o funcionário a desistir do emprego, coro que a pessoa logo encontra na família, parceiro e amigos caso decida contar pelo que vem passando durante a jornada de trabalho. Mas o conselho de deixar o trabalho, além de não ser motivado pelas condições gerais do mercado, ainda encontra uma barreira mais resistente, a psicológica. "A pessoa fica o tempo todo querendo provar que ela não é aquilo que falam ou pensam dela", disse Margarida.

domingo, 21 de março de 2010

O tempo...


Em uma troca de e-mails com uma leitora recebi uma mensagem muito linda que compartilho com vocês. bjs e bom domingo.


" Pedimos um pouco do seu tempo...

Para relembrarmos o valor que o tempo tem...

...afinal, o tempo nos ensinou que existe hora pra avançar....

...e de esperar mais um pouco...

Foi com o tempo que entendemos o porquê dos nossos problemas....

...e que com o tempo, todos se resolverão...

Aprendemos também que algumas memórias o tempo não apaga...

...e que devemos usar melhor o tempo, para termos coisas boas de lembrar...

O tempo nos mostrou que o valor não está nos bolsos...

...mas nas mãos...

...e que podemos dar mais tempo para usá-las...

Vimos que nem sempre o tempo estará em nosso favor...

...mas que nunca será preciso correr contra ele...

E entendemos que devemos respeitar o tempo do próximo...

...porque tempo, cada um tem o seu...

...Que tudo aquilo que plantamos levou um tempo...

...e o que colhermos a partir daqui, terá seu tempo de acontecer...

sábado, 20 de março de 2010

Acompanhante masculino


Por Simone P. Cardoso

Bom dia leitoras e leitores do meu coração. Como vocês estão? A minha semana foi corridissima, quase nem tive tempo de atualizar o blog.

Ontem eu assisti - de novo - o filme muito bem acompanhada, já escrevi sobre ele Aqui. Eu ri muito durante o filme, não porque ele é engraçado, mas porque eu já pensi em contratar um acompanhante masculino e aparecer na frente do meu ex. Como a personagem do filme fez. Bem, confesso a vocês que não fiz foi somente por falta de grana.( Olha só o grau de intoxicação). Cheguei a escolher o moço num catálogo e tudo.
Quem, em um momento de raiva, recalque ou qualquer outro sentimento (a lista é grande) não pensou em contratar um acompanhante?
Tem uma frase que é dita no filme que eu adorei: - "Toda mulher tem a vida amorosa que quer ter"...
ou seja, entra naquele pensamento que eu amo de Robert Marshall que é assim (só para relembrar):
Não existe nada que você seja obrigado a fazer. Todas as suas ações direta ou indiretamente, as que você escolhe. As pessoas, coisas e situações que formam sua vida, são todas resultados de suas escolhas. Sabendo disso, porque ter ressentimentos com relação a elas, atribuindo-lhes a culpa por tudo o que ocorre em sua vida? As escolhas que você fez trouxeram-no para onde você está hoje. Mas as escolhas que você fizer a partir de agora poderão levá-lo para outro lugar, para onde você quiser ir. Embora possa sentir-se preso e sem forças, essa não é a verdadeira situação. Você pode escolher superar os obstáculos. Você pode escolher seguir seu sonho. Não há como escapar. Alguma decisão você terá que tomar. Essas decisões determinarão seu futuro. Tudo o que você tem, tudo o que você faz, tudo aquilo em que você mesmo se transforma, é o resultado de suas escolhas. Você tem o poder de decidir a direção de sua vida. Como você vai usar esse poder? Qual a sua escolha nesse exato instante?

quinta-feira, 18 de março de 2010

Mensagens para mulheres

Queridos(as) Leitores(as), estou numa correria muito grande nessa última semana. Semana que vem voltarei com post danados!

Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas. Séneca

Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil. Leon Tolstoi

Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem.Friedrich Nietzsche

Quando o homem ama a mulher, fala muito com ela, e sobre ela; quando deixa de a amar, fala com ela sobre ele. Johann Goethe

A mulher mais idiota pode dominar um sábio. Mas é preciso uma mulher extremamente sábia para dominar um idiota. Rudyard Kipling

domingo, 14 de março de 2010

Como adestrar seu marido...namorado...noivo...


Olha gentem, eu ri muito quando li esse texto, ele esta difundido em vários blogs e em vários jornais nacionais e internacionais. Eu fiquei paçada (com "Ç''), ...será que essa técnica é mais uma jogada para vender aos milhares o livro? Será que funciona? É mais uma idiotice? Enfim, são tantos os questionamentos (especialmente para alguém São Tomé)...acho que só colocando em prática aos pouquinhos para saber.

Segue e boa leitura...

Sabe aquelas manias irritantes do dia-a-dia, como acumular roupas sujas no chão ou louças na pia, perguntar sempre para você onde estão os chinelos ou chaves do carro dele, atrasar-se para todos os compromissos, deixar kleenex amassado no chão ou na mesa a poucos metros de uma lata de lixo etc? É possível, minha amiga, mudar esses comportamentos insuportáveis de seu marido. A escritora americana Amy Sutherland, nesse artigo fantástico no New York Times, revela uma estratégia genial para isso: amestrar seu marido, usando técnicas semelhantes às dos treinadores de animais exóticos, que ela observou e pesquisou extensivamente para escrever um de seus livros.

Antes de conhecer as técnicas de adestramento de animais, Amy era uma esposa frustrada, que tentava mudar os defeitos do marido de forma negativa, reclamando com ele. Isso só criava mais discussões e não alterava o comportamento do rapaz em nada. Mas ela teve uma luz quando começou a entrevistar os treinadores de golfinhos na Califórnia: eles PREMIAM o bom comportamento, e ignoram o mau. Reclamar e encher o saco de um golfinho não adianta. É preciso que o bicho descubra que a cada vez que ele saltar bem alto e fizer outras gracinhas, ele ganhará um peixe delicioso. Ou seja, em vez de brigar com o marido por causa das roupas sujas no chão, ela começou a abraçá-lo e beijá-lo toda vez que o via colocando uma roupa no cesto. Com o tempo, as pilhas de roupas espalhadas pelo chão foram diminuindo.

No treinamento de golfinhos, a regra é ficar impassível, sem dar qualquer resposta (positiva ou negativa), quando o animal faz alguma coisa errada. Diante da falta de reação, o bicho pouco a pouco vai abandonando esse comportamento. Isso funcionou para Amy na próxima vez em que o marido ficou perguntando desesperado onde estavam as suas chaves, botando a casa abaixo. Em vez de ir atrás dele, preocupada, tentando ajudar ou dizer que ele acharia as chaves em algum lugar - o que geralmente só o deixava ainda mais nervoso - Amy simplesmente ficou calada. Em pouco tempo, o nervosismo dele e o barulho de abrir e fechar de gavetas foram diminuindo, até que ele apareceu calmíssimo e alegre, com as chaves na mão.

Outra coisa que irritava Amy era quando ela estava cozinhando e o marido ficava atrapalhando, em cima dela, no meio do caminho, comentando artigos de jornal. Para acabar com isso, ela usou uma técnica dos treinadores de grows coroados africanos. Os pássaros teimavam em pousar em cima do treinador; em vez de perder tempo ensinando-os a não pousar em cima deles, o treinador amestrou-os para que pousassem num tapete especial. Então, Amy começou a desviar o marido para outras tarefas, em vez de pedir para que ele saísse de perto do fogão. Pedia para que ele ajudasse a cortar a salsa, ou botava um petisco para ele ir comer na sala enquanto esperava o jantar.

Dentre os principais aprendizados que ela extraiu desses, vamos dizer, testes, ela cita algumas dicas de retorno imediato:

- Sempre devemos premiar o comportamento que apreciamos: E isso nos mínimos detalhes, como simplesmente jogar a roupa suja no cesto. E premiar não necessariamente significa dar biscoitinho, pode ser desde o nível de um ‘obrigada’ até carinhos mais especiais (se é que você me entende). ;

- Sempre devemos ignorar aquilo que não gostamos: Reclamar das atitudes que você não gosta só faz aumentar a dosagem dessas atitudes que não gostamos. Afinal, ‘você não consegue fazer com que uma foca mantenha a bola no focinho resmungando com ele’. Ao perceber que você não dá atenção (assim como cachorros quando ficamos imóveis) aos poucos seu marido vai deixar de fazer o que você não gosta, simplesmente porque você pacientemente não deu bola e nem deu o mínimo de atenção. Não reaja, simplesmente;

- ‘Nada é culpa do animal’: Procure uma forma positiva de abordagem. Às vezes o tom da voz, a maneira como se fala, pode render excelentes resultados. ‘Os psicólogos dizem isso há anos. É muito mais eficaz reforçar positivamente os bons hábitos que punir o que é indesejável’;

Com essas simples três regrinhas é possível manter um relacionamento saudável, bem-humorado e bem-sucedido, segundo a autora.

Claro que essas técnicas também podem ser usadas pelos maridos com suas mulheres. O importante é conhecer bem o espécime com quem você está lidando, saber os seus gostos, preferências, e a que eles respondem melhor. Obviamente, há um limite para o adestramento. Elefantes jamais poderão falar, e alguns homens simplesmente são incapazes de perder certas manias chatas. De qualquer forma, não custa tentar essas técnicas de adestramento e ver se o seu sapo, pouco a pouco, poderá se transformar num príncipe.

Mas especialistas vêem o método com ressalvas, afinal, apesar do reforço positivo ser uma boa técnica psicológica, os seres humanos, diferente dos animais, possuem muito mais variáveis que podem gerar respostas inesperadas aos estímulos propostos. Numa relação de anos, o diálogo muitas vezes já está muito desgastado, o caminho apontado pela jornalista pode ser o mais fácil, mas não é o mais eficaz por não considerar a complexidade das dificuldades que implicam um relacionamento. O mais importante é ter tolerância com a presença do outro e saber dividir o espaço com o parceiro, chegando a acordos nos quais os dois cedam.

sábado, 13 de março de 2010

40 coisas que as mulheres odeiam na cama

Queridas(os) Leitoras(es), Recebi esse texto da Esperança, uma amiga blogueira. Ri bastante e achei o máximo. Aproveitem e tenham um excelente fim de semana.

01. NÃO BEIJAR PRIMEIRO.

Evitar os lábios e ir direto às zonas erógenas faz com que ela se sinta como se você estivesse pagando por hora e tentasse fazer o dinheiro valer cortando partes não essenciais. Um beijo apaixonado conveniente é a forma de preliminar definitiva.

02. DAR UM CHUPÃO NA ORELHA.
Seja franco: algum cara na escola lhe contou que as garotas adoram isso. Bom, há uma diferença entre ser erótico e chupar como se você estivesse tentando fazer respiração boca-a-boca num hipopótamo. Isso machuca.

03. NÃO FAZER A BARBA.
Freqüentemente você se esquece de que tem um porco-espinho atado ao seu queixo, o qual você arrasta repetidamente através do rosto e das coxas da sua parceira. Quando ela vira a cabeça de um lado para o outro, isso não é paixão, ela está tentando se esquivar.

04. ESPREMER OS SEIOS DELA.
Quando botam as mãos neles, a maioria dos homens age como uma dona-de-casa experimentando um melão para ver se ele está maduro. Afague-os, acaricie-os e alise-os.

05. ABOCANHAR OS MAMILOS.
Por que os homens se grudam nos mamilos de uma mulher e depois os tratam como se quisessem esvaziar o corpo dela pelos seios? Mamilos são extremamente sensíveis. Eles não resistem a mastigação. Lamba e sugue gentilmente. Dar-lhes pancadinhas com a língua de um lado ao outro é legal. Fazer de conta que eles são um brinquedo de cachorro não é.

06. TORCER OS MAMILOS DELA.
Pare de fazer aquela coisa de girar os mamilos entre o indicador e o polegar como se estivesse tentando sintonizar uma rádio numa área montanhosa. Concentre-se nos seios como um todo, não só nos pontos de exclamação.

07. IGNORAR AS OUTRAS PARTES DO CORPO DELA.
Uma mulher não é uma via expressa com somente três saídas: Peito Leste e Oeste, e o Túnel do Meio. Existem vastas áreas do corpo dela as quais você freqüentemente ignora quando passa direto para Vagina Central. É hora de começar a lhes dar atenção.

08. ENROLAR AS MÃOS.
Falta de destreza manual na região sub-saia pode resultar em dedos e roupas de baixo torcidas. Se você fôr tão direto assim, peça a ela que tire logo o troço todo.

09. DEIXAR-LHE UM PRESENTINHO.
Jogar a camisinha fora é responsabilidade do homem. Você usa, você descarta.

10. ATACAR O CLITÓRIS.
Pressão direta é muito desagradável, portanto gire gentilmente seus dedos pelas laterais do clitóris.

11. PARAR PRA RESPIRAR.
Diferentemente dos homens, mulheres não continuam de onde foram deixadas. Se você parar, elas voltam para a casa número 1 bem depressa. Se você perceber que ela ainda não chegou lá, continue custe o que custar, mandíbula dormente ou não.

12. DESPI-LA ESTUPIDAMENTE.
Mulheres destestam parecer estúpidas, mas é exatamente o que ela vai parecer ao ficar nua da cintura para baixo com um suéter enrolado na cabeça. Desembrulhe-a como um presente elegante, não como um brinquedo de criança.

13. ATOCHAR A CALCINHA DURANTE AS PRELIMINARES.
Acariciá-la gentilmente através da calcinha pode ser bem sexy. Atochar o tecido entre as coxas dela e ficar puxando pra frente e pra trás náo é.

14. SER OBCECADO PELA VAGINA.
Embora a maioria dos homens possa achar o clitóris sem mapas, eles ainda acreditam que é na vagina que acontece tudo. Tão logo sua mão esteja lá, você age como se estivesse tentando pegar a última batatinha num canudo de Pringle's. Isso está correto em princípio, mas se você não for cuidadoso (e tiver cortado as unhas), pode machucar - portanto, não se empolgue. A princípio, é melhor dar atenção ao clitóris e ao exterior da vagina, e então inserir gentilmente um dedo e ver se ela gosta.

15. MASSAGEM GROSSEIRA.
Você tenta dar a ela uma massagem sensual, relaxante, para deixá-la no ponto. Pode usar as mãos e pontas dos dedos; cotovelos e joelhos, não.

16. TIRAR A ROUPA DEPRESSA DEMAIS.
Não force a barra tirando a roupa antes que ela tenha feito algum gesto para ver o seu material, mesmo que seja apenas desabotoar dois botões.

17. TIRAR AS CALÇAS PRIMEIRO.
Um homem de meias e cuecas é horrível. Tire as meias primeiro.

18. INDO DEPRESSA DEMAIS.
Quando você parte para a situação pênis-na-vagina, a pior coisa que pode fazer é bombear como se fosse uma ferramenta industrial - ela logo vai se sentir como uma operária de linha de montagem tornada obsoleta pela sua tecnologia. Aumente o ritmo vagarosamente, com arremetidas limpas, retas e regulares.

19. INDO COM FORÇA DEMAIS.
Se você bater seus grandes ossos dos quadris contra as coxas ou o estômago dela, a dor será igual a duas semanas de cavalgada concentradas em poucos segundos.

20. GOZAR DEPRESSA DEMAIS.
É o medo de todo homem. Com razão. Se você dispara antes de ver o branco dos olhos dela, certifique-se de que tem um plano "B" para assegurar o prazer dela.

21. NÃO GOZAR NUM TEMPO RAZOÁVEL.
Você pode achar que transar por uma hora sem chegar ao clímax é a marca de um deus do sexo, mas pra ela isso se parece mais com a marca de uma vagina dormente. Pelo menos compre algumas tapeçarias suspensas enigmáticas, para que ela tenha algo em que prestar atenção enquanto você banca o Homem-Maratona.

22. PERGUNTAR SE ELA GOZOU.
Realmente, você deveria ser capaz de perceber. A maioria das mulheres faz barulho. Mas se você realmente não sabe, não pergunte.

23. FAZER SEXO ORAL COM GENTILEZA EXCESSIVA.
Não se comporte como um gato gigante num pires de leite. Coloque a boca inteira lá e concentre-se em rodar a língua gentilmente ou dar petelecos com ela no clitóris.

24. CUTUCAR A CABEÇA DELA.
Os homens insistem em fazer isso até que ela olhe-pro-pênis, esperando que isso levará rapidinho a boca-pro-pênis. Todas as mulheres odeiam isso. Está a três passos de ser arrastada pelo cabelo para uma caverna. Se você quer que ela use a boca, use a sua; experimente falar sedutoramente com ela.

25. NÃO AVISAR ANTES DE GOZAR.
Esperma tem gosto de água do mar misturada com clara de ovo. Nem todo mundo gosta. Quando ela estiver fazendo sexo oral, avise-a antes de gozar para que ela possa fazer o que achar necessário.

26. FICAR SE MEXENDO DURANTE O BOQUETE.
Não empurre. É ela quem vai fazer todos os movimentos durante o boquete. Você apenas repousa. E não agarre a cabeça dela.

27. IMITAR ATITUDE DE FILME PORNÔ.
Nos filmes pornô, as mulheres adoram quando os homens ejaculam sobre elas. Na vida real, isso significa apenas mais roupa para ser lavada.

28. DEIXÁ-LA POR CIMA POR ERAS.
Pedir para que ela fique por cima é ótimo. Ficar deitado grunhindo enquanto ela faz todo o trabalho duro não é. Acaricie-a gentilmente, para que ela não se sinta inteiramente como um capitão de escuna. E deixe que ela descanse.

29. TENTAR FAZER SEXO ANAL E FINGIR QUE FOI UM ACIDENTE.
Foi desse jeito que os homens ganharam a reputação de não seguir a bula. Se você quer botar lá, peça primeiro. E nem pense que estar bêbado é desculpa.

30. TIRAR FOTOS.
Quando um homem diz, "Posso tirar uma foto sua?", ela vai ouvir as palavras "- pra mostrar pra galera". Pelo menos, deixe que ela fique com a posse das fotos.

31. NÃO TER IMAGINAÇÃO SUFICIENTE.
Imaginação vai desde desenhar padrões nas costas dela até derramar mel sobre ela e lambê-lo. Frutas, vegetais, gelo e plumas são todos dispositivos úteis; cera quente, tinta indelével, de jeito nenhum.

32. ESTAPEAR O SEU ESTÔMAGO CONTRA O DELA.
Não há barulho menos erótico. É tão sexy quanto um concurso de arrotos.

33. COLOCÁ-LA EM POSES ESTÚPIDAS.
Se ela quer fazer yoga avançada na cama, excelente, mas a menos que ela seja uma ginasta romena, não seja ambicioso demais. Pergunte-se se quer uma parceira sexual com os tendões torcidos.

34. PROCURAR PELA PRÓSTATA DELA.
Leia isto cuidadosamente: estimulação anal é boa para os homens porque eles têm próstata. As mulheres não têm.

35. DAR-LHE MORDIDAS DE AMOR.
É extremamente erótico exercer alguma sucção gentil nos lados do pescoço, se você fizer isso com cuidado. Nenhuma mulher quer ter que usar golas rolê e echarpes vistosas por semana a fio.

36. LADRAR INSTRUÇÕES.
Não dê gritos de incentivo como um treinador com um megafone. Não é lá muito excitante.

37. FALAR PUTARIAS.
Faz com que você pareça um editor de revista solitário ligando para o Disque-Sexo. Se ela gosta de escutar sacanagem, você vai ficar sabendo.

38. NÃO SE IMPORTAR SE ELA JÁ GOZOU.
Você tem de terminar o serviço. Continue tentando até que o tenha feito direito, e ela poderá fazer o mesmo por você.

39. ESMAGÁ-LA.
Homens geralmente pesam mais do que mulheres, portanto se você ficar em cima dela um tanto pesadamente demais, ela acabará ficando roxa.

40. AGRADECER.
Nunca agradeça a uma mulher por fazer sexo com você. Seu quarto não é casa de caridade.

sexta-feira, 12 de março de 2010

INFIDELIDADE FEMININA

Queridos leitores,
Estou numa correria danada nesses últimos dias, trabalho novo, muitas tarefas por fazer e uma rotina para colocar nos eixos. Recebi um e-mail de um leitor perguntando sobre infidelidade feminina...

Por Simone P. Cardoso

Eu não tenho experiência em infidelidade feminina, porque sempre tomei chifres, galhos e afins. Nunca deixei de acreditar na decência do outro. Vou falar meu ponto de vista pelo que amigas comentaram...
Existem muitas pessoas que juram de pés juntos que acreditam que os homens nunca serão monogâmicos e que as mulheres sempre serão as coitadinhas da relação. Geralmente a mulher que é chamada de amante é a outra e quase nunca a casada. E se a amante for justamente a casada?
A infidelidade feminina vem desde os tempos de nossas avós (sabe-se lá se elas não deram uns pulinhos? Existem personagens históricos carregadissimos de infidelidade.
A infidelidade feminina está relacionada muito da oportunidade. Existe as interesseiras é claro. que querem aproveitar da situação é a chamada prostituta "disfarçada". que não cobra diretamente. Existem também aquelas que estão pulando a cerca para "ver" como é!!Só por curiosidade. Mas pular por curiosidade é desculpa? Desculpe-me mas não acredito nisso. É o interesse no parceiro que se fué. Se uma mulher trai é porque está envolvida emocionalmente. O Homem já mais sexualmente.
Acredito que antes de trair, tanto homem quanto mulher, deve por um ponto final. Evita fadiga com o parceiro, consciência pesada e tantos outros males que todos estão carecas de saber.E se essa vontade chega é melhor repensar na relação.
O que vocês acham?

quinta-feira, 11 de março de 2010

Sailing - Christopher Cross (Cover)

Gente, navegando no youtube...encontrei esse video. É um cover, uma mulher que é desconhecida mas que canta MUITO!



Aproveitem a música!
Beijocas

O que toda mulher inteligente deve saber

Por Simone Cardoso

Olá queridos leitores sugiro uma leitura que ajuda bastante tanto homens e mulheres independene de suas opções sexuais. Toda pessoa intoxicada se identifica em algum ponto do livro. Seja de um lado ou seja de outro. Ele é interessante, proporciona várias gargalhadas e faz com que você reflita em algum ponto."Se você é inteligente, não precisa ler esse livro"...mas eu não sou 100% inteligente, você é? Muitos itens parecem evidentes quando avaliamos outras pessoas, mas por outro lado mais evidentes quando olhamos para nosso próprio rabo.
As mulheres não devem deixar que os homens se tornem o centro da vida feminina e vice-versa. Tornem-se centro de sua vida e o restante será consequencia.Lembrem-se, as pessoas faz conosco somente o que permitimos.
Beijcoas e boa sorte

quarta-feira, 10 de março de 2010

A mulher deve deixar de lado os ideais românticos do amor

Oi meninas, navegando pela madrugada...encontrei esse texto bem bacana, que cabe direitinho aqui no blog. Simplesmente não resisti.

No Dia Internacional da Mulher, é necessário refletir sobre seu papel na sociedade contemporânea, pois a história mostra, através dos séculos, as vitórias e a força femininas, ao se imporem na evolução das estruturas sociais.

Como todos sabemos, a mulher veio de um papel de submissão e obediência, desempenhado através dos séculos, para uma liberdade conquistada passo a passo, não só na escala social, como também na evolução da vida, desbravando territórios, trabalhando em mercados cada vez mais prósperos, desempenhando papéis cada vez mais importantes nas circunstâncias comunitárias, científicas, nas artes, nos empreendimentos e na família.

Contudo, há um aspecto que não se emancipou nessa trajetória feminina, um aspecto muito importante da vida, no qual a mulher não só não se emancipou, como parece que não se emancipará nunca: trata-se das situações que envolvem o amor romântico. Nessa perspectiva, a mulher parece sempre, independente da idade que tem, uma adolescente encantada e pronta para ser a heroína de um romance sem igual, maravilhoso, de novela de televisão!

Nessa captação míope do mundo, a mulher não percebe o quanto o homem, principal e indispensável parceiro desse sonho fantástico, não está nem interessado e nem preparado para viver um grande e intenso amor, que tudo sacrifica, que tudo perdoa e que é a coisa mais importante do universo.

Para a grande maioria dos homens, essa ideia fantástica de amor absoluto, à toda prova, esse papel de príncipe encantado, gentil e maravilhoso, que não se afasta da amada, que só pensa nela e só anseia por estar nos braços dela, pode parecer ridícula e por isso se mostra insustentável.

Os homens em geral detestam exageros e exposições radicais de sentimentos, assim como não suportam a sensação de estarem privados de sua liberdade. Nada pior do que uma companheira que pergunta demais, exige explicações detalhadas e faz com que ele viva o perene pesadelo de "você tem uma outra mulher na sua vida", enquanto ele só quer viver sem pressões e se sente sacrificado, afogado pela responsabilidade de responder com efusão ao amor da companheira.

Apesar de todas as conquistas, ainda falta à mulher sair da adolescência do amor, e conquistar uma postura adulta e menos frágil na relação a dois. Pois a mulher só poderá ser feliz se crescer, se deixar o infantilismo da grande história de amor em que ela é a heroína, e exterminar mitos e criancices, avaliar de forma correta seus sentimentos. É o que falta às mulheres para realmente fazerem jus ao título de emancipadas.

Fonte: www.terra.com.br

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia internacional da Mulher

POr Simone P. Cardoso

Ok...ok...em todos os cantos hoje só se falou do dia internacional das mulheres, e biriri, boróro....Dia internacional das mulheres são todos os dias!
Abro aspas para falar da Deusa interior de cada mulher:
É interessante notar a mudança que sofrem os mitos de deidades femininas ao longo deste processo, pois, após a derrocada do matriarcado e a descoberta do ferro, todos os valores femininos foram também caindo, sendo demonizados, absorvendo estereótipos depreciativos criado por seus opositores, em decorrência de interesses e novos engendramentos econômicos. O culto das deusas acha-se basicamente associado a três aspectos: psicológico, geo-físico e econômico. O aspecto psicológico engloba a veneração dos antigos pela geração materna(A grande-mãe). O aspecto geo-físico está ligado à veneração pela natureza (estrelas etc.). O aspecto econômico está ligado à produção material no matriarcado, sistema em que a mulher sustentava toda a gens com a plantação, sendo associada à agricultura, plantio, colheita e abundância.
Ai veio um homem e "créu", tomou tudo e ai virou o que virou...

quarta-feira, 3 de março de 2010

Pornô para mulheres


Meninas estou meio sumida na verdade, mas muita correria, trabalho, estudo, coisas da casa e por ai vai. Navegando pela net achei esse texto bem interessante...

Por Mariana Galante
Fonte: Revista Barbara/ed.3

“Entro semanalmente em salas de bate-papo sobre sexo, me masturbo com as imagens e conversas e também alugo DVDs. Gosto de tudo um pouco, até de mulher com mulher, mesmo eu sendo heterossexual. Essas coisas me fazem sentir bem, me animam para fantasiar sozinha ou com meu parceiro.”

A autora da frase é Martha Ribeiro*, e ela vai adiante: “Namoro há quatro anos, mas nunca tive abertura para falar de minhas fantasias com ele. Como simplesmente adoro sexo anal e ele nunca tocou no assunto, procuro me satisfazer na Internet.” Martha, de 29 anos, de São José do Rio Preto (interior de São Paulo) garante saber separar sexo de amor e busca na pornografia o que falta na cama. “Cenas explícitas de sexo me deixam enlouquecida. E gosto de curtir isso, focar na fantasia, naquelas cenas tórridas. Acho hipócrita quando as mulheres se comportam ‘escandalizadas’ diante de uma afirmação desta. Qual é o problema? Deixar-me levar pela experiência do pornô me proporciona um autoconhecimento sobre minhas fantasias e sobre meu próprio corpo, que ninguém mais me proporcionaria. É uma questão de abrir a cabeça.”

Esse é o ponto de vista de Carla Machado*, uma mulher de 34 anos, solteira, gerente de comunicação de uma indústria, bem-sucedida, que se diz “farta de tratar simples questões sexuais como os tabus mais absurdos.” Para Iuri Ihara, psicólogo clínico, o conceito de pornografia varia de acordo com as regras e costumes de cada época e de cada sociedade. “Costumamos enxergar o erotismo como algo nobre que nos lembra as obras de arte ligadas à expressão da sexualidade. E pornografi a como algo vulgar, obras inferiores, ligadas simplesmente ao sexo, produzidas com o objetivo imediato de comercialização e consumo.

Podemos dizer que erotismo é uma forma de estimular o impulso sexual, e pornografia é um tipo de erotismo em que mobilizam-se figuras do imaginário por meio de fotografias, contos ou filmes, com o objetivo de estimular o desejo, fantasiar um relacionamento sexual em uma masturbação ou estimular uma relação sexual concreta”, explica.

Aos 35 anos, a carioca Andréa Pinheiro* está solteira, mas confessa que, quando está namorando, não sai da sex shop: “Costumo consumir material erótico somente quando estou em um relacionamento. Compro vibrador, gel, DVD, anel peniano e em termos de conteúdo gosto de tudo um pouco. E isso apimenta sim a relação”, diz.

Sem vergonha

Izabel Mello* é sócia de uma sex shop voltada exclusivamente para o público feminino. Depois de cinco anos com uma loja refinada no bairro dos Jardins, em São Paulo, Izabel e sua sócia partiram para as vendas somente pela Internet: “Quando inauguramos a loja definimos que não seria estratégico vender pela web, pois queríamos que a brasileira tomasse coragem de entrar em uma sex shop para perceber que nem todas são necessariamente escuras e mal localizadas. A decoração foi detalhadamente pensada para tornar o ambiente agradável e sensual sem ser vulgar e, dessa maneira, conseguimos fazer com que as clientes ficassem a tarde inteira na loja conhecendo os produtos e trocando experiências amorosas com nossas vendedoras, que eram todas formadas em psicologia.”

Foi com esse atendimento superpersonalizado que a marca conquistou e fidelizou as clientes que hoje compram pela Internet e fazem o negócio se estender, indicando para amigas de outras cidades e estados. Izabel conta que o mercado erótico percebeu na mulher um grande potencial consumidor. “São elas que, na maioria das vezes, acabam introduzindo as ‘brincadeirinhas calientes’ na relação e convencendo os parceiros a utilizarem os brinquedinhos sem medo. Sendo assim, os fabricantes se voltaram para elas. A indústria de filmes, por exemplo, procurou direcionar parte de sua produção para aqueles com um pouco mais de história, romance e visual melhor explorado, como roteiros em praias exóticas, e trabalhar com lindos atores e atrizes.

Em se tratando de acessórios, hoje a maioria é produzida com elementos fofos que remetam à feminilidade e são feitos com cores soft como rosa, amarelinho etc.”, relata a empresária. Casada e com dois filhos adolescentes, Patrícia Villares*, 40 anos, vive no Paraná e reclama que, por morar em uma cidade pequena, só teve acesso a produtos eróticos quando uma conhecida passou a comprar e revender nas casas das clientes. “Na minha cidade não tem sex shop, então não tenho contato com nada que não seja exclusivamente voltado ao público feminino.Vejo filmes eróticos na TV, compro acessórios pra gente, como bolas perfumadas, vibrador, camisinhas estimulantes, velas comestíveis e até lingeries daquelas de fantasias”, diverte-se Patrícia.

A sexóloga Marilandes Braga considera saudável para a mulher e para o casal esse tipo de brincadeira: “As mudanças no comportamento da mulher têm história recente, mas uma nova ordem sexual está surgindo. O casal estando de acordo, não é necessário esperar a relação estar abalada para fazer uso de pornografia. É possível brincar juntos de maneira saudável”, adverte a sexóloga.

“Sempre busco produtos. Pelo menos uma vez por mês compro alguma coisa. Amo meu marido e, sinceramente, não tenho necessidade de sexo com outra pessoa, me sinto satisfeita só com ele, mas acho importante ter algo afrodisíaco, estimulante. Adoro provocar e me insinuar para ele, isso apimenta o casamento e o sexo”, comemora Patrícia. “Tem gente que acha que ele pode pensar mal de mim, que o casamento corre risco. Que bobagem! Não sinto isso como perigo, o único medo que tenho é dos nossos filhos entrarem no quarto quando eu estiver vestida de enfermeira (risos).”

O psicólogo Iuri Ihara explica porquê tem quem goste e quem despreze a pornografia: “No século 20, com o avanço tecnológico (televisão, cinema, Internet), ocorreu uma explosão do erotismo. A pornografia passa então a ser muito mais consumida, mas não pode ser considerada um produto como outro qualquer. Ao ser consumida, ela aciona o mecanismo da fantasia, sendo assim, cada indivíduo se relaciona de um modo singular com o material pornográfico.”

Cada um no seu quadrado

A fase da vida em que cada pessoa se encontra também influencia no tesão e na busca pela satisfação por meio da pornografia. A estudante paulista de 28 anos Luana Padilha foi morar na França há dois anos e encontrou grande dificuldade em se relacionar com os homens de lá que, segundo ela, não encaram o ‘ficar’ com a mesma naturalidade dos brasileiros. “Aqui na França tudo é oito ou oitenta. Ou você namora e aí a coisa é séria, ou você faz sexo só pelo sexo, mas não passa da primeira noite. Não existe o ficar, nem o amigo colorido e eu, que sempre gostei de material erótico, acabo entrando uma vez por semana, em média, na Internet atrás principalmente de coisas divertidas. Quadrinho erótico eu tenho vários, literatura erótica também. Gosto de sites que tratem o sexo como uma coisa leve e até engraçada”, conta Luana.

Para o psicólogo, o material pornográfico masculino consiste em um suceder contínuo de atos sexuais, sem necessidade de uma história, servindo apenas como acessório para a masturbação ou as preliminares. Já o erotismo feminino pede o romance, o apaixonar-se lentamente, a descoberta, o deslumbramento, ou seja, o erótico não é o relacionamento sexual, mas sim a languidez. “Podemos pensar que o desejo masculino é mais fetichista, ele ‘prefere aos pedaços’: o decote, a voz, um olhar, a perna cortada pela cinta-liga, a forma dos lábios e por aí vai. E o desejo feminino é mais integrado, enxerga o objeto de desejo como ‘pessoas inteiras’.

O erotismo masculino é mais visual e genital e o feminino, mais tátil, ligado aos odores, ao contato”, observa Ihara. Sem dúvida, o acesso das mulheres à pornografia teve um aumento considerável nas últimas décadas com material voltado só para elas e a um público mais exigente, bem informado e livre de preconceitos. Elas agem cada vez mais de maneira semelhante aos homens no que diz respeito ao sexo, mas, ainda assim, as características femininas e masculinas se diferem.

Mesmo admitindo sem problemas que também gostam de pornografia, as mulheres, em sua maioria, ainda valorizam muito o afeto, a cumplicidade, o jogo de sedução e, ao contrário dos homens, que costumam se masturbar escondidos de suas parceiras, as mulheres querem mais é compartilhar com o companheiro essa pimentinha extra que estão descobrindo.

* Os nomes foram alterados para preservar as entrevistadas

E você o que achou?

segunda-feira, 1 de março de 2010

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