...surgiu, como se desintoxicar do homem errado, mas com o tempo mudou para "Como se desintoxicar da pessoa errada". Existem mulheres e homens intoxicados.Tanto as mulheres quanto os homens tem sua parcela de culpa por se intoxicarem pelas pessoas erradas, afinal, todos temos o livre arbítrio, temos como escolher, cada um tem a sua responsabilidade! Esse blog surgiu para trocar experiências, dar um ponto de vista diferente para que seja feita a auto-análise para mudar algo....descubra o que será mudado em você. Seja feliz. Sua felicidade depende somente de você!!! Não coloque a responsabilidade de sua felicidade em alguém que não possa te fazer feliz.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Quem foi Mata Hari


Por Simone P. Cardoso,

Lendo artigos sobre a Primeira Guerra Mundial, conheci a história de Mata Hari. Gente ela foi tremenda, totalmente à frente do seu tempo. Se o que ela fez foi certo ou errado isso são outros 500's. Mas que ela foi uma mulher valente, forte e avançada pra época isso foi.

Mata Hari era filha de um empresário com uma descendente de javaneses. No início do século XX, depois de uma tentativa fracassada de se tornar professora, um casamento igualmente fracassado e de ter dois filhos, ela se mudou para Paris ( um dos lugares mais maravilhosos que existe, segundo Reginnah uma amiga querida). Ela posava como uma princesa javanesa e se tornou uma dançarina exótica. Seu pseudônimo Mata Hari quer dizer sol (mas literalmente "olho do dia") em malaio e indonês. Ela também foi uma cortesã (que nome fino para prostituta) que teve casos amorosos com vários militares e políticos.
Durante a guerra, Mata Hari dormiu com inúmeros oficiais, tanto franceses quanto alemães e se tornou um peão da intriga internacional, apesar dos historiadores nunca terem esclarecido com exatidão se ela fora realmente uma espiã, e se sim, quais eram as suas atividades como tal. Em 1917 ela foi a julgamento na França acusada de atuar como espiã e também como agente dupla para a Alemanha e França. Foi considerada culpada e no dia 15 de outubro do mesmo ano foi fuzilada.
Mas como a biografia dela é um pouco extensa para um post segue mais sobre Mata HAri aqui

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Gente espaçosa, lerda e afins no supermercado


Por Simone P. Cardoso,

Sinceramente eu não tenho paciência com gente espaçosa e lerda, especialmente no supermercado. Sempre tem os folgados que acham que os corredores são exclusividades deles, empurram o carrinho no meio do corredor, isso quando não param na diagonal. Tem aqueles que param o carrinho cheio de compras no meio do corredor, atrapalham e saem na caçada de algum material em uma gondôla qualquer em outro corredor.

Para piorar, tem aqueles que encontram algum conhecido e ficam estacionados de frente a gondôla que tem o produto que você quer pegar. Se fazem de desentendidos e continuam com o papo. Você pede licensa, te dão mas, com uma cara feia.

Tem aqueles também que não gosta de um determinado produto (geralmente é aquele que você gosta) e fica no seu pé para você comprar o que é da preferência dele.

Supermercado não é lugar de criança, os espaçosos e lerdos na sua maioria sempre levam os filhotes, além de encherem o carrinho de coisas supérfulas que os pais compram sem pestanejar, ficam chorando, gritando, correndo e ainda te atropelam nas brincadeiras de lutinhas que eles copiam dos desenhos animados da TV. Os pais acham isso normal: ver os filhos baterem em estranhos... Isso sem contar quando algum pentelho acha que você é o monstro do Dragon Ball Z. Ainda bem que eu gosto desse desenho e estou antenada srsrsr. Um dia eu disse para um menino que eu era o MadinBU (nem sei se é assim que se escreve) disfarçado, se ele não ficasse quieto eu ia pegar ele e a mãe dele na saída do supermecado e se ele contasse para mãe dele eu ia destruir o supermercado. Ele ficou quietinho, pelo que percebi entre corredores.

Ok. Vocês estão pensando que eu sou maluca mas acho que estou numa fase Sr.º Saraiva...ou na TPM....ou com estresse...mas é isso ai...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Eu e o pequi

Queridos (as)leitores (as)

Nasci em Itajá-GO, uma cidadezinha no meio do Brasil, para terem uma idéia o meu nascimento foi o nº 1400(e alguma coisa srsrsr), já rodei muito nesse Brasil...
Segue uma das minhas paixões...
Amo muito tudo isso. Aqui no Rio de Janeiro eu compro o pequi na Feira de São Cristovão. Além de experimentar a culinária nordestina que amooo, compro os pequis em conservas...

O Pequi

O Pequi, árvore da família das cariocáceas (Caryocar brasiliense) é o símbolo máximo da goianidade, embora seja encontrada também nos Estados de Rondônia (ao leste), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (no nordeste), Minas Gerais (norte e oeste), Pará (sudoeste), Tocantins, Maranhão (extremo sul), Piauí (extremo sul), Bahia (oeste) e Distrito de Federal.

Embora seja encontrado em todos esses lugares, é apenas em Goiás que existem todas as espécies, as quais frutificam, no seu conjunto, de setembro a fevereiro. Mas dada a sua extrema importância para a grande maioria dos goianos, ele é conservado tanto em essência quanto em conserva.

Sua história de amor com a culinária goiana começou a séculos, nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa (Cidade de Goiás), ainda no início do século XVIII. Entretanto, no rico sul goiano, mais especificamente na região que cerca a cidade industrial de Catalão, era este utilizado tão somente para a fabricação do lendário Sabão de Pequi, de reconhecidas propriedades terapêuticas, uma vez que a região era influenciada pelos triangulinos - povo de origem paulista-goiana cujo território foi anexado por Minas Gerais no século XIX, e que luta desde então pela sua independência deste Estado.

Atualmente é a fruta utilizada das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes das mais variadas, no leite, e na forma de um dos mais afamados liquores de Goiás, ao lado do saborosíssimo liquor de Jenipapo; seu grande atrativo, além do sabor, são os cristais que forma na garrafa, que dizem, são afrodisíacos.

Comer pequi além de saudável e agradável, é uma ciência, quase uma arte: a polpa macia e saborosa deve ser comida com cuidado, uma vez que esta cobre uma camada e terríveis espinhos, que, se mordidos fincam-se sem piedade na língua e no céu da boca, provocando dores irritantes e levando o infeliz ao hospital. O sabor vale porém, o risco; além disso, com o tempo, qualquer um domina a técnica.

Alguma dicas de como se comer o pequi:

Ele deve ser comido apenas com as mãos, jamais com talheres.

Ele deve ser levado a boca para entãoo ser "raspado " cuidadosamente com os dentes, até que a parte amarela comece a ficar esbranquiçada, ou os espinhos possam ser vistos.

Nunca jogue os caroços no chão: eles secam rápido e os espinhos podem se soltar. A propósito, a castanha dentro do caroço é uma delícia; para comê-la, basta deixar os caroços secarem por uns dois dias e depois torrá-los.

Importantíssimo: jamais, sob quaisquer circunstâncias morda o caroço.Se morder irá parar no hospital...

O pequi também ameniza o tratamento de câncer

Pesquisadores da UnB mostram que fruto ameniza ação degenerativa de drogas do tratamento da doença

Há quem não goste, mas quem não dispensa o pequi, um dos mais tradicionais ingredientes da culinária goiana, tem agora mais motivos ainda para consumi-lo. O fruto típico do Cerrado tem propriedades que o indicam como coadjuvante eficiente no tratamento de câncer e, ainda, para o retardamento da velhice. Os dados foram levantados em pesquisa coordenada pelo professor César Koppe Grisólia, do Laboratório de Genética do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB).

A pesquisa concluiu que o pequi é capaz de proteger as células dos efeitos colaterais das drogas usadas no tratamento de câncer, que costumam ser muito violentos. Os testes realizados em camundongos submetidos a uma combinação de substâncias como ciclofosfamida e blomicina, usadas no tratamento de pacientes com câncer, revelaram que o pequi exerceu efeito protetor contra os danos causados às células pela combinação das drogas. “Verificamos que o pequi amenizou a ação degenerativa das substâncias”, informou Grisólia, que ministrou o extrato do fruto uma vez ao dia às cobaias.

A idéia de investigar as propriedades do pequi veio com a descoberta de que ele era rico em vitaminas A, C e E. Outro benefício do consumo do fruto detectado pelos pesquisadores é que ele retarda a ação dos chamados radicais livres, moléculas que se formam no organismo humano e provocam reação danosa às células. Essas substâncias podem levar à formação de tumores, ao surgimento de doenças cardiovasculares e ao envelhecimento.

Grisólia afirma que essa pesquisa é a primeira de uma série que ainda está por vir. “Ainda não foram feitos estudos em humanos e não sabemos qual o índice da proteção”, explica o professor. Ele salienta que o maior mérito da pesquisa é chamar a atenção para a necessidade de preservação do Cerrado, que está sendo destruído pela expansão da fronteira agrícola e, no caso do pequi, para o aproveitamento de sua madeira pela indústria carvoeira. “O pequi em pé é mais importante do que transformado em carvão”, ressalta Grisólia. O professor diz ainda que é provável que outras frutos do Cerrado, de cor amarela e também ricos em caroteno, tenham o mesmo potencial.

Receitas

ARROZ COM PEQUI

INGREDIENTES:

1/4 de xícara de chá de óleo ou banha de porco
1/2 litro de pequi lavado
2 dentes de alho espremidos
1 cebola grande picada
2 xícaras de chá de arroz
4 xícaras de chá de água quente
Sal a gosto
Pimenta-de-cheiro ou Malagueta a gosto
Salsinha, cebolinha picada a gosto

MODO DE PREPARO:

Coloque o pequi no óleo ou gordura fria (se usar o fruto inteiro, não é preciso cortar, mas cuidado com o caroço). Acrescente o alho e a cebola e deixe refogar em fogo baixo, mexendo sempre com uma colher de pau para não grudar na panela, e respingue um pouco de água quando for necessário. Quando o pequi já estiver macio e a água secado, acrescente o arroz e deixe fritar um pouco. Junte a água e o sal. Quando o arroz estiver quase pronto, coloque a pimenta-de-cheiro ou malagueta a gosto. Na hora de servir, polvilhe o arroz com salsa e cebolinha e um pouco de pimenta.

Nota:
Para esta receita, não utilize panela de ferro, pois a fruta fica preta.

Curiosidade:

O pequi (Caryocar brasiliensis) é uma árvore de baixo porte nativa do cerrado. O fruto, substancial e gorduroso, é utilizado tradicionalmente na culinária do Centro-Oeste em pratos como arroz com pequi e frango com pequi. Da polpa, extrai-se um óleo empregado para frituras, como condimento e na fabricação do licor.
Rendimento : 6 porções

FRANGO COM PEQUI

INGREDIENTES:


1 frango caipira cortado em pedaços
1 colher de café de açafrão
1 dente de alho
1 dúzia e 1/2 de pequis sem casca
1 cebola média em rodelas
Coentro picado
Sal

Acompanhamento:

6 espigas de milho debulhadas
1 cebola média em rodelas
Coentro picado
Pimenta calabresa a gosto
Pimenta-do-reino a gosto

MODO DE PREPARO:

Tempere os pedaços do frango com sal e pimenta-do-reino, horas antes de iniciar a receita. Deixe na geladeira até pegar gosto. Numa panela grande, coloque um pouco de óleo, um dente de alho amassado e o açafrão. Dissolva-os. Acrescente os pedados do frango. Mexa até dourar.

Em outra panela, refogue o milho. Despeje um pouco de água quente e abafe. Coloque sal, pimenta-do-reino e pimenta calabresa a gosto. Por último, a cebola em rodelas e o coentro picado. Desligue a panela do milho.

Quando o frango estiver dourado, coloque os pequis. Não mexa muito para que os frutos não endureçam. Depois, cubra o frango com água quente para que termine o cozimento. Quando a água secar, despeje a cebola em rodelas e o coentro picado.

Cuidado!
Se você morder o caroço, ficará com a boca cheia de espinhos. O jeito certo de comer o pequi é roendo.

Pamonha também é comida típica goiana

Outra comida tipica goiana é a pamonha . Pode ser feita de várioos sabores, mas os principais são de sal, de doce e a moda. E vamos falar sério, nada mais gostoso que a pamonha goiana.

Pamonha doce


Ingredientes:

12 espigas de milho verde;
1 xícara (chá) de açúcar;
1 xícara (chá) de leite.

Modo de Preparo:

Descasque o milho, selecionando as palhas melhores para embrulhar as pamonhas. Rale as espigas e bata no liqüidificador, junto com o açúcar e o leite, colocando a massa nas palhas de milho selecionadas. Cozinhe-as em água fervente por 1 hora, escorrendo em seguida. Sirva morna ou fria.
Amarrar as palhas em forma de copinhos para que a massa fique lá dentro. Elas também podem ser costuradas ou pode-se usar ligas/borrachinas usados em dinheiro.


PAMONHA SALGADA

Ingredientes:

- 10 espigas de milho não muito verde
- 1 xícara de leite de coco
- sal, pimenta e cuminho, a gosto

Recheio:

- 2 peitos de frango com osso
- 10 fatias de bacon picadas
- 2 tomates grandes
- 3 cebolas médias
- 100 mililitros de azeite

Pode ser bacon, carne seca, linguiça, depende do seu gosto e criatividade.

Vamos ao preparo?

Com uma faca, tire o milho cru das espigas e bata no liqüidificador com o leite de coco. Passe na peneira para retirar as cascas, que são dispensadas. Tempere com sal, pimenta do reino e cuminho. Separe.

Para o recheio, corte o bacon em pedaços. O peito de frango já deve ser previamente cozido com o osso, água, sal, cebola. Depois é só desfiar, misturar com o bacon picado, e refogar no azeite, com um pouco de cheiro verde e tomate. Misture esse recheio com a massa do milho.

Para montar as pamonhas, use as palhas previamente aferventadas e faça uma espécie de saquinho. Preencha só até a metade. Com outra, feche por cima e amarre com uma tira. Numa panela, com água fervendo, coloque os saquinhos. Deixe cozinhar por 20 minutos e pronto! Você pode servir dentro dos saquinhos ou retirar e cortar em pedaços.

Nas férias irei para Goiás visitar os parentes e me acabar nas especialidades, nas pamonhas que minhas tias fazem e na galinhada com pequi que meu tio faz.

Qual a especialidade da sua região?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vale a pena parar de menstruar?


Que é um incômodo, não há mulher que negue, mas não há nada mais natural. Uns defendem a feminilidade, outros que é um mal evitável.Eu particularmente concordo com o Dr.Malcom Montgomery.

Confira a opinião de 2 especialistas


A aromaterapeuta Sâmia Maluf é contra a idéia de suspender a menstruação. Já o ginecologista e obstetra Malcom Montgomery é a favor. Veja os motivos de cada um.
NÃO
“Eu sou totalmente contra e acredito que o parar de menstruar surgiu como consequência das mudanças do comportamento feminino ao longo dos anos. Foi maravilhoso assistir a mulher se impondo à sociedade, mostrando seu real valor. Com bastante competência, passou a exercer múltiplos papéis. Como tudo tem dois lados, a modernidade e esses novos moldes fizeram com que muitas mulheres negassem a sua feminilidade.

Elas passaram a adotar atitudes mais masculinas e a negação da menstruação é uma delas. Certamente, há algo mais forte que as leva a adotar esta postura, algo que vai muito além das queixas de incômodo, TPM, inchaço pelo corpo, etc. Como aromaterapeuta, atendi muitas mulheres que passaram a ter problemas após a interrupção da menstruação. Notei muitos relatos de dificuldade para engravidar, queixas de aumento de peso, irritabilidade e nervosismo excessivos.
Acho que cada mulher deve buscar o que é melhor para si. Há muitos caminhos para sentir-se bem e bonita. No entanto, minha experiência me faz acreditar que o caminho não é parar de menstruar”
- Sâmia Maluf é Aromaterapeuta e aromatóloga, proprietária da By Samia Aromaterapia
SIM
“O corpo feminino tem como missão a gravidez e por este motivo cria uma ‘overdose’ hormonal que prepara todo mês um berço para o embrião. Driblando este projeto, a mulher paga um preço. Essa ‘adaptação’ traz endometriose, TPM, anemias, cólicas graves, miomas e até mesmo câncer ginecológico. A menstruação é uma derrota da vontade, um insucesso de público e uma baixa no ibope reprodutivo. Indolentes e adormecidos, sua praia é invadida ciclicamente por altas marés hormonais e essa ‘overdose’ na frequência atual é prejudicial. Nossas bisavós ciclavam de 40 a 80 vezes. Hoje as meninas ciclam de 400 a 500. Por isso essa adaptação tem que ser controlada por hormônios modernos que diminuem essa superdose.

Estabilizando o ciclo, estaremos protegendo a fertilidade de nossas filhas e dando a elas a oportunidade de se iniciarem nas suas relações com mais harmonia, porque ninguém com enxaqueca e dores das mais diversas pode viver bem com sua sexualidade. Implantes hormonais colocados sob a pele e pílulas modernas de uso contínuo colaboram muito para a saúde dessa nova mulher”

- Dr. Malcom Montgomery é ginecologista e obstetra, autor do livro A mulher e seus hormônios... Enfim em Paz, da Editora Integrare

Fonte: www.itodas.com.br
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...