...surgiu, como se desintoxicar do homem errado, mas com o tempo mudou para "Como se desintoxicar da pessoa errada". Existem mulheres e homens intoxicados.Tanto as mulheres quanto os homens tem sua parcela de culpa por se intoxicarem pelas pessoas erradas, afinal, todos temos o livre arbítrio, temos como escolher, cada um tem a sua responsabilidade! Esse blog surgiu para trocar experiências, dar um ponto de vista diferente para que seja feita a auto-análise para mudar algo....descubra o que será mudado em você. Seja feliz. Sua felicidade depende somente de você!!! Não coloque a responsabilidade de sua felicidade em alguém que não possa te fazer feliz.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Por que estou com ele (a)?



Questionar-se sobre o que move a escolha de se continuar junto de alguém, é essencial para se chegar a um consenso.

Amor? Sexo? Necessidade? Carência? Comodismo? Companheirismo? Parceria? O que mantém sua relação?

Reflita muito sobre as motivações que os levam a tentar ser um casal e avalie acima de tudo se é uma escolha saudável. Não há necessidade de esticar o elástico até arrebentar.

Por mais sofrida que seja desistir de uma relação, devemos sempre lembrar que a lealdade e o cuidado devem ser maiores conosco. Apenas assim teremos mais possibilidades de construirmos escolhas felizes, promissoras e saudáveis.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Bem-estar e felicidade dependem muito do autoconhecimento


Yeohgh
Você sabe a diferença entre bem-estar e felicidade? Os dois conceitos se confundem e ambos estão relacionados a um estado de satisfação pleno. No caso do bem-estar, o prazer é momentâneo e está ligado a um acontecimento objetivo, como a sensação que se tem ao terminar uma atividade importante ou quando se conquista uma meta almejada.


Já a felicidade é mais ampla e muito mais subjetiva. Ela não depende necessariamente de acontecimentos externos. "A felicidade não é a ausência de sofrimento. É possível não estar sofrendo, estar até se sentindo bem e, mesmo assim, não ser feliz", explica a psicóloga Lilian Graziano, diretora do Instituto de Psicologia Positiva e Comportamento da Universidade de São Paulo.
A especialista afirma que a felicidade, de maneira geral, está relacionada ao significado que se atribui à própria vida. Ela é, por isso mesmo, muito mais profunda e tem um viés existencial.



Seja feita a sua vontade
Embora não haja receita de bolo para alcançar a sensação de bem-estar e até mesmo de felicidade, é muito mais fácil chegar lá se houver um investimento no autoconhecimento. "É fundamental saber o que lhe dá prazer e o que empresta sentido à sua existência. São critérios pessoais, que ninguém pode estabelecer por você", reforça Lilian.  
Depois da descoberta de si mesmo e das suas verdadeiras vontades, o caminho para o prazer, seja ele momentâneo ou um estado de espírito mais estável e permanente, ainda depende de você fazer valer os seus desejos. É um gesto que requer coragem, já que implica em abrir mão do anseio de agradar aos outros ou de atender às expectativas deles.
"Apesar de a felicidade ser algo subjetivo, conseguir ser você mesmo e respeitar as próprias vontades e limites é a chave para se relacionar de uma forma positiva com o resto do mundo e para se sentir bem", garante Mirian Goldenberg, antropóloga e autora do livro 'Corpo, Envelhecimento e Felicidade', da editora Civilização Brasileira.
É assim que se assume o controle da própria vida, outro ponto importante na busca pelo bem-estar e pela felicidade. "Não fazer dos agentes externos os responsáveis pelos problemas que surgem no caminho e compreender que é possível operar mudanças na sua realidade a qualquer tempo é uma ótima forma de encontrar a satisfação", ensina Lilian.
Aprender a dizer não sem culpa também ajuda. "Para isso, é preciso entender que você é livre para exercer as próprias vontades e desejos e não só pode como deve fazer uso do seu tempo para cuidar de si mesmo e dos próprios prazeres", garante Mirian.
Deixo a vida me levar
Outra orientação dos especialistas é buscar a felicidade, mas não persegui-la. A sutileza se refere à aceitação da dor, do sofrimento e das frustrações como parte do ciclo natural dos acontecimentos, encarando-os com mais resistência e leveza. Acreditar na felicidade plena e querer que ela dure para sempre é, geralmente, um fator gerador de frustração.
"Muitas pessoas estabelecem metas irreais e atrelam a conquista delas à felicidade. Exigem de si próprias coisas impossíveis. Isso é um erro", alerta Jocilaine Martins da Silveira, psicóloga clínica e coordenadora do Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná.
Também é um equívoco comum vincular a felicidade aos bens materiais e ao consumo. "Trata-se de uma falsa ideia de felicidade, uma vez que as riquezas e os prazeres satisfazem apenas momentaneamente e, em geral, tornam o ser humano cada vez mais dependente e alienado", opina a historiadora e socióloga Rosana Schwartz, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Além disso, a felicidade não pode ser planejada ou construída, de uma maneira absolutamente objetiva. "A felicidade é um estado de espírito que não se pode elaborar ou conceber, é algo que simplesmente acontece, em certos períodos da vida, de forma muito natural", afirma o psicólogo clínico Marcelo Quirino.
 
Deixar fluir é, portanto, uma palavra de ordem. "Aprender a deixar as coisas acontecerem de maneira leve e apreciar as coisas simples ao redor é um bom começo. Focar no presente, cultivar o amor, a sinceridade e um círculo de amizades verdadeiras e positivas também são formas de se aproximar o máximo possível da tão almejada felicidade", finaliza Lilian. Vale tentar.


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Como preparar a mente para ter um ano realmente novo?


Rainbow Connection on Behance
Psicoterapeuta dá dicas de transformação para sermos mais realizados e felizes no ano que vai entrar! Confira aqui!
Como preparar a mente para ter um ano novo de realizações e conquistas
Muitas pessoas começam o ano novo fazendo listas do que devem ou desejam fazer, mas quando chega o final do ano o resultado final quase sempre demonstra que a maioria das metas não foram realizadas. Como resultado, surge um sentimento negativo de culpa e frustração por não ter atingido os objetivos.
Segundo Myriam Durante, psicoterapeuta e presidente do IPOM – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente, essa situação muitas vezes acontece porque a pessoa não prepara sua mente de maneira adequada para concretizar seus planos. “Infelizmente muitos não percebem as armadilhas criadas por sua própria mente, que inconscientemente pode estar jogando contra os seus desejos”, explica.
A psicoterapeuta afirma que é possível por meios de algumas práticas simples mudar esse tipo de condicionamento e programar a mente para o sucesso. “Existem algumas práticas simples para se conseguir uma mudança de atitude. Mas nem sempre o simples é fácil. Sem força interior não se consegue mudar nada”.
Confira algumas dicas de transformação, que de acordo com a psicoterapeuta, ajudam a ter mais sucesso e realizações:
- Antes que o ano acabe, comece a jogar no seu time. Seja seu melhor amigo. Aceite seus limites, perdoe seus erros. Entre em 2013 gostando de você.
- Aprenda a ouvir e dizer a palavra não. Perca o medo da rejeição ou de parecer egoísta. Diga sim apenas se realmente puder cumprir, sem comprometer seus objetivos e seu orçamento. Todos nós temos esse direito e você também tem. Ouvimos não a vida inteira. Isto faz parte da vida e ninguém morre por isso.
Acredite em você, mesmo que isso lhe pareça difícil e mesmo que você ache impossível. Modifique o seu jeito de ser. Acredite que tudo o que você repetir com insistência e acreditar acabará se tornando verdadeiro. O real conhecimento chega até nós quando nos sintonizamos com a nossa alma. Aí sim percebemos que ele já está dentro de nós.
Fique triste. Às vezes também é preciso se sentir triste. Acredito que a vida é boa e que existem sim alguns momentos ruins, mas não todos os dias. É normal ter angústia ou tristeza de vez em quando. O importante é aprender a lidar com essa situação e buscar novos meios de se sentir bem.
livin' fast.
Pratique a autossugestão. Emile Coué (1861-1921), o pai da autossugestão, dizia “todos os dias, sobre todos os pontos de vista, eu vou cada vez melhor”. Eu recomendo essa frase para todas as pessoas que atendo. De tanto você repetir essa afirmação, ela se transformará numa crença que se transformará em uma crença que se refletirá em novas atitudes. Muito simples, não? Mas tenha certeza, ela funciona. Por isso, tenha cuidado com o que você anda afirmando. Mude suas afirmações e tenha um olhar mais afetivo sobre você mesmo.
Intuição. Se você não sabe o que gosta de fazer, talvez tenha parado de ouvir a si mesmo há muito tempo. Muitas pessoas se modificam apenas para agradar os outros. Procure se escutar mais, ouça a sua intuição. Ela não é uma voz alta e clara dizendo faça isso ou aquilo. É apenas um sentimento, uma certeza, um contato consigo mesmo e com Deus.
Estabeleça metas. Faça uma lista das suas prioridades. Planeje um passo de cada vez e estabeleça metas mais realistas. Desta maneira, fica mais fácil. Assim você não desanima ou desiste antes de alcançá-los.
Medite. Comece a meditar todos os dias. Dedique meia hora do seu tempo apenas para você. Pode ser o horário que você quiser. No começo, pode parecer difícil, por isso, pratique e seja paciente. Insista. Com a repetição você irá alcançar camadas cada vez mais profundas, até alcançar o nível de paz interior e tranquilidade onde acontece a mudança e a transformação.
京都精華大学マンガ学部卒業制作展・アニメーション科第二期生 - Tete
- Dar início a algo novo requer coragem e muita força de vontade. Muitas vezes sentimos medo e acabamos nos escondemos do desconhecido. No seu momento, você conseguirá. Há uma força extra dentro de você, algo que te acompanha e que faz o caminho se tornar muito mais fácil. Procure dar o seu esforço total, mesmo quando todas as chances estão contra você. Tenha fé e acredite em si mesmo. Não demore muito a usar a sua intuição e nunca desista na primeira tentativa.
Autoconhecimento. Esse sim é o grande caminho. A única coisa impossível na vida é fugirmos de nós mesmo e, ainda assim, a maioria dos seres humanos é um completo desconhecido para si próprio. Descubra-se!
Fonte: www.uol.com.br

sábado, 22 de dezembro de 2012

Quando te observam?



Embora possa parecer discutível, à luz dos extravagantes comportamentos que às vezes exibem perante os espectadores os protagonistas do reality show Big Brother em diferentes lugares do mundo, há indícios de que nos sentirmos observados por outras pessoas pode ter alguns efeitos positivos em nossas atitudes e condutas.
Não é preciso chegar aos extremos do programa de televisão, no qual um grupo de pessoas fica trancado durante meses em uma casa enquanto sua convivência cotidiana é transmitida ao vivo 24 horas por dia por uma série de câmeras para os espectadores.
Também não se trata de imitar o Big Brother no qual se inspira o programa, um desconhecido e enigmático personagem de George Orwell que em seu romance 1984 governa a população, vigia os cidadãos, controla sua informação e está sempre presente em suas vidas por uma série de telas catódicas.
Basta que uma pessoa se sinta observada, embora não seja de todo consciente disso, para que veja seus juízos morais fortalecidos, segundo uma pesquisa comandada pelo médico Pierrick Bourrat, do departamento de Filosofia da Universidade de Sydney, na Austrália, em colaboração com Nicolas Baumard, da Universidade Pensilvânia (EUA) e Ryan McKay, da Universidade de Londres (Reino Unido).
Os pesquisadores comprovaram que quando uma pessoa acredita que alguém a está olhando, tende a expressar uma desaprovação maior em relação às transgressões morais dos demais em comparação com aqueles que não se sentem observados. De acordo com o estudo, resenhado na revista Evolutionary Psychology, isto demonstra que no ser humano ocorre um processo mental sensível aos juízos de presenças conhecidas ou vistas.
Para chegar a estas conclusões, os pesquisadores apresentaram a um grupo de pessoas duas situações nas quais aconteceram transgressões morais: ficar com o dinheiro de uma bolsa alheia achada e falsificar um curriculum vitae, explica o serviço de informação científica Tendencias 21.
Se me olham, me comporto melhor
Metade dos participantes foi exposta a estas situações em uma folha de papel na qual também aparecia a imagem de olhos, e a outra metade foi apresentada as mesmas situações, acompanhadas por uma imagem de flores. Quem via os olhos, avaliou ambas as transgressões (ficar com o dinheiro alheio e falsificar um documento) como moralmente menos aceitáveis que aqueles que viram flores.

"Destas reações pode se concluir que os sinais de vigilância, representadas pela imagem dos olhos, teriam ativado as normas morais interiorizadas dos participantes, também conhecidas como autoconsciência particular", explicou Bourrat. Segundo o pesquisador, além disso se teria iniciado a denominada autoconsciência pública, que é "a impressão de que as ações pessoais se ajustam ou não ao padrão das normas morais aceitas".
"As pessoas que demonstram um apoio explícito aos modelos compartilhados de comportamento estariam motivadas por um desejo de manter sua reputação. Se não expressam tal apoio às normas morais podem gerar suspeita em outros", acrescenta.
Em uma pesquisa anterior, publicada na revista da Academia de Ciências da Grã-Bretanha, uma equipe de especialistas britânicos comprovou que se um indivíduo supõe que está sendo observado, tende a se comportar com mais honra em sua vida diária.
Para seu experimento, os pesquisadores em Biologia e Psicologia da Universidade de Newcastle utilizaram uma denominada "caixa da honra", para que o comprador pusesse em seu interior a quantidade de dinheiro que considerasse mais oportuna, de acordo com seu livre arbítrio. A peculiar caixa esteve instalada na Universidade de Newcastle, com o objetivo de arrecadar o pagamento de bebidas de uso partilhado entre cerca de 50 pessoas.
De modo similar ao experimento liderado pela Universidade de Sydney, sobre a caixa se colocava algumas vezes um cartaz com a imagem de dois olhos e outras vezes outro sinal na qual se viam duas flores. Assim se descobriu que as pessoas jogavam três vezes mais dinheiro quando em cima da caixa estava a imagem de olhos, em comparação a quando aparecia a foto das flores.
"As estatísticas mostram que os olhos têm um grande impacto no comportamento das pessoas, neste caso em particular entre os universitários consumidores de café ou chá", assinalou Melissa Bateson, bióloga do comportamento da Universidade de Newcastle, e diretora da pesquisa.
Fonte: www.terra.com.br
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...